Beber três xícaras de café por dia reduz risco de morrer de doença cardíaca, mostra estudo.

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Seu risco de morte por doença cardíaca pode ser reduzido em até 17% pelo consumo moderado de café — até três xícaras por dia — descobriu um estudo. Pesquisadores liderados pela Universidade Semmelweis, em Budapeste, investigaram a associação entre hábitos de café e incidências de ataque cardíaco e derrame. Eles descobriram que o consumo moderado de café também pode reduzir o risco de acidente vascular cerebral em até 21% em relação às pessoas que não bebem café.

— QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE DO CAFÉ?

Estudos científicos sobre os efeitos do café na saúde estão sendo feitos o tempo todo e, no passado, alegaram que a bebida traz benefícios bastante grandes para a saúde.

• Reduz o risco de morte precoce

Uma pesquisa do Instituto Nacional do Câncer nos EUA no ano passado descobriu que pessoas que bebem seis ou sete xícaras de café por dia tinham 16 por cento menos chances de morrer de doença dentro de um período de 10 anos do que aquelas que não o fizeram.

• Menos probabilidade de contrair depressão

Outro estudo, feito pela Harvard School of Public Health, descobriu que as mulheres que bebiam quatro ou mais xícaras de café por dia tinham 20% menos chances de sofrer de depressão.

• As mulheres têm um limiar de dor mais alto

Cientistas britânicos da Goldsmiths, Universidade de Londres, descobriram que mulheres que bebiam café – 250 mg de cafeína, para ser mais preciso – tendiam a ter um limiar de dor mais alto do que aquelas que não o faziam.

• Diabetes tipo 2 inferior

O Institute for Scientific Information on Coffee no ano passado disse que havia pesquisado quase 30 estudos com quase 1,2 milhão de pessoas para descobrir que beber três ou quatro xícaras de café por dia poderia reduzir o risco de desenvolver diabetes tipo 2 em 27%. ‘Este é o maior estudo para avaliar sistematicamente os efeitos cardiovasculares do consumo regular de café em uma população sem doença cardíaca diagnosticada’, disse o autor do artigo e cardiologista Judit Simon, da Universidade Semmelweis da Hungria.

Por Dailymail

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