Convidadas a participar do teste público de segurança da urna eletrônica, as Forças Armadas recusaram o chamado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O teste  é realizado nesta semana.

Segundo a CNN Brasil, os militares entendem que o evento dará a segurança necessária para atestar que o processo de votação vigente no país é confiável. Desse modo, a avaliação é de que uma eventual participação das Forças daria credibilidade à urna, hoje contestada por militares, que, como o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), alegam que o sistema é suscetível a falhas e pode afetar o resultado das eleições.

Em meio a isso, a publicação conta que o Ministério da Defesa avalia como dizer ao TSE que considera o sistema de votação vulnerável a ataques externos e internos. A pasta, que busca não vincular a demanda ao presidente da República, cogita fazer sugestões de aperfeiçoamento do sistema ao TSE.

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