Alunos são flagrados tendo relações dentro da sala de aula: vídeo

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Um verdadeiro absurdo o que aconteceu recentemente nas dependências da Escola Ceti Maria Izabel, no município de Iranduba, localizado na Região Metropolitana de Manaus.

A sala de aula deixou de ser ambiente de aprendizado educacional e foi transformada em motel com prática de sexo oral, anal e vaginal por dois alunos adolescentes, que segundo informações, já foram expulsos.

Os vídeos que mostram os dois estudantes fardados em pleno coito sexual na sala de aula já estão sendo compartilhados e curtidos a mil por hora das imagens nas redes sociais e grupos de WhatsApp.
A Secretaria de Educação de Iranduba ainda não se manifestou oficialmente sobre a transformação da sala de aula em ambiente de práticas imorais, sexuais e acima de tudo, de total desrespeito ao ensino público naquele município.

Pais e outros responsáveis por alunos da Escola Ceti Maria Izabel estão cobrando melhorias no monitoramento, na fiscalização e até mesmo mais rigidez nas regras disciplinares.

Não há informação se um terceiro ou mais alunos gravaram os vídeos ou se o próprio casal de estudantes imorais posicionou os celulares para filmar a sala de aula transformada em motel dos alunos em Iranduba.

NOTA

A Secretaria de Estado de Educação e Desporto informa que foi registrado um boletim de ocorrência sobre o ocorrido na Escola de Tempo Integral em Iranduba e segue acompanhando o caso, junto com o Conselho Tutelar do município.

A pasta reitera que os estudantes utilizaram o intervalo entre as atividades pedagógicas para praticar o ato. Os envolvidos já foram alertados pedagogicamente sobre a gravidade do caso, assinaram advertência na escola e, a partir desta quarta-feira (24/11), estão suspensos de suas atividades presenciais, conforme previsto no Regimento da Escolas Estaduais.

Todos os profissionais da unidade de ensino estão trabalhando na orientação para que toda a comunidade escolar exclua os conteúdos compartilhados dos alunos, e alertando sobre as penalidades previstas no artigo 241A do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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