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Brasil

Piso da enfermagem começa a ser pago em agosto

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De acordo com a previsão do Ministério da Saúde, o novo piso da enfermagem deve começar a ser pago a partir deste mês de agosto. Após a orientação da Advocacia-Geral da União, o cálculo do piso será feito considerando o vencimento básico e as gratificações de caráter geral fixas. Os Municípios potiguares vivem agora a expectativa sobre o repasse dos recursos financeiros por parte do Governo Federal.

O novo valor do piso da enfermagem foi fixado pela lei nº 14.434 em R$ 4.750 para enfermeiros e enfermeiras; em 75% desse valor para técnicos de enfermagem, que passarão a receber R$ 3.325; e em 50% do valor pago aos enfermeiros para os auxiliares de enfermagem e parteiras, que com a implantação do piso vão receber R$ 2.375.

Um estudo da Federação Brasileira de Hospitais apontou que o Rio Grande do Norte tem mais de 15 mil profissionais de enfermagem recebendo salários abaixo do novo piso da categoria, esse número representa 84% de toda a categoria profissional atuando nas cidades potiguares.

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Brasil

Festa do Boi deve gerar R$ 80 milhões em negócios

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A 62ª edição da Festa do Boi irá ocorrer entre os dias 11 e 19 de outubro deste ano com estimativa de superar os R$ 80 milhões em movimentação, um incremento de, pelo menos, 12% em relação a 2023, quando circularam cerca de R$ 71 milhões. As tratativas para a realização do evento seguem a todo vapor, e as expectativas em torno do sucesso da festa se refletem nas estimativas da Associação Norte-Rio-grandense de Criadores (Anorc). Matheus França, presidente da Anorc, disse que uma das novidades é a presença de criadores nacionais na exposição.

Com as boas perspectivas, os leilões também devem superar o volume de negociações do ano passado, que ficaram em aproximadamente R$ 6,7 milhões. A estimativa é de que o montante ultrapasse os R$ 7,5 milhões na próxima edição. “Até o momento, já estão confirmados sete leilões, mesmo número do ano passado. E a gente tem a expectativa de aumentar”, afirma Matheus França. Ele celebra a boa procura para aquisição de espaços na festa, que começou em maio e pode ser feita até 30 de setembro, na própria sede da Anorc, no Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim, mesmo local da festa.

O otimismo em relação à expectativa de crescimento dos números se dá, de acordo com o presidente da Anorc, em razão também do interesse dos agentes financeiros que atuam no evento. “Em 2023, o Banco do Nordeste gerou negociações da ordem de R$ 28 milhões. Neste ano, a meta é de R$ 30 milhões. Estamos muito animados. Quando começamos a traçar a edição e a conversar com as instituições, todas elas compraram rapidamente nossas ideias e isso já é um reflexo muito bom”, afirma França.

Dentre as novidades neste ano, o presidente da Anorc explicou ainda que o evento irá ter uma programação especial para o público infantil, levando em conta o Dia das Crianças, cuja data comemorativa estará dentro do período da festa. Os detalhes ainda não podem ser divulgados, mas Matheus França assegura que este público será contemplado de maneira especial. Ele também afirma que a exposição contará com grandes apresentações musicais. “Não temos confirmações até agora, mas estamos trabalhando para conseguir duas atrações já bastante reconhecidas. Iremos alinhar tudo no final de julho e início de agosto”, diz.

Matheus França analisa que a agropecuária no Brasil vive um momento complicado, com queda no preço dos grãos e na arroba do boi e que, por isso, a realização da festa é importante para fomentar negócios e impulsionar a cadeia. “Cada setor tem as próprias crises, mas tudo aquilo que acontece no cenário nacional reflete aqui. Nossa expectativa é de virar a chave em 2025. Já vimos uma valorização da arroba e esperamos um preço ideal para os próximos dois anos”, descreve.

“A Festa do Boi pode ajudar nessa virada de chave. Não somos somente uma exposição agropecuária. Estão envolvidos vários setores – agrícola, pecuário – além da questão social que está muito presente, com várias ações voltadas à população. Teremos, na programação, um evento com a raça Sindi, que contará, inclusive, com um leilão no dia 17. Será um evento, exatamente com criadores de fora, do Sudeste e do Centro-Oeste”, disse França.

Mesmo com um cenário complicado no País, conforme avalia França, o RN tem motivos para comemorar no âmbito do setor agropecuário. A qualidade genética do rebanho potiguar é um deles. ”Nossa genética tem se destacado cada vez mais e é reconhecida internacionalmente. Uma prova disso foi a participação na última Expo Zebu [em MG], a maior exposição de zebus do mundo, de grupos aqui do RN, (como o Saia Rodada), que se saíram muito bem”, comentou, ao destacar as oportunidades de demonstrar ao público mais uma vez essas qualidades.

“A procura por exposições e participação está muito boa. A gente conseguiu, junto com a Secretaria de Agricultura e Pesca ([Sape], lançar nosso edital em maio, com facilidades para quem quer reservar um espaço. Com isso a gente conseguiu melhorar a logística também”, pontua.

Tribuna do Norte

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Brasil

Apagão cibernético prejudica voos e bancos no mundo

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O anúncio cibernético de grandes proporções está causando interrupções generalizadas em serviços essenciais ao redor do mundo, nesta sexta-feira (19). Companhias aéreas, emissoras de televisão, bancos e unidades de saúde relatando falhas em seus sistemas, impactando milhões de usuários. A situação é particularmente grave para os usuários dos serviços da Microsoft, que descobriram o problema e informaram estar investigando as causas. “Estamos investigando um problema que afeta a capacidade dos usuários de acessar vários aplicativos e serviços do Microsoft 365. Estamos trabalhando para redirecionar o tráfego impactado para sistemas alternativos para aliviar o impacto de forma mais rápida”, declarou a empresa, observando que alguns serviços já mostrar sinais de recuperação.

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As companhias aéreas American Airlines e Delta, principais operadoras dos Estados Unidos, foram as primeiras a relatar o pagamento. Em resposta à crise, ambos solicitaram à Administração Federal de Aviação (FAA) uma “parada global” de voos, evitando maiores complicações. Aeroportos em Berlim, Alemanha, Holanda e Espanha também enfrentam dificuldades técnicas, resultando em atrasos e cancelamentos de voos, afetando centenas de passageiros. A situação destaca a vulnerabilidade das infraestruturas digitais das companhias aéreas, que dependem fortemente de sistemas cibernéticos para suas operações.

Além do setor aéreo, outras áreas críticas também estão sentindo os efeitos do pagamento cibernético. Emissoras de televisão relataram problemas na transmissão de conteúdos, enquanto agências bancárias enfrentavam dificuldades na realização de transações financeiras. As unidades de saúde estão lutando para manter seus sistemas operacionais, o que pode comprometer o atendimento aos pacientes. A Microsoft continua trabalhando para resolver a questão, mas o impacto global do anúncio revela a fragilidade das redes digitais e a necessidade urgente de fortalecer a segurança ci

Este incidente ocorre em um contexto de crescente preocupação com a segurança cibernética, marcado por um aumento de 7% nos acessos maliciosos na internet. Especialistas alertam que os ataques cibernéticos estão se tornando mais ocasionais e sofisticados, exigindo medidas preventivas mais robustas por parte das empresas e governos. A crise atual serve como um alerta sobre a importância de investir em infraestrutura cibernética resiliente para proteger serviços essenciais e garantir a continuidade das operações em situações de emergência.

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Brasil

No RN, 42,3% dos devedores estão inadimplentes há mais de um ano

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O cenário de endividamento no Rio Grande do Norte tem apresentado uma tendência de alerta. Segundo dados da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o número de inadimplentes no Estado aumentou 1,75% em maio de 2024 em comparação ao mesmo período do ano anterior. O valor médio das dívidas por consumidor no Estado é de R$ 4.370,05, mas com uma significativa parcela (44,98%) das dívidas sendo de até R$ 1 mil. Já o tempo médio de atraso nas contas é de 27,5 meses, destacando que 42,31% dos devedores estão inadimplentes entre um a três anos.

O crescimento vai na contramão da média da região Nordeste, que apresentou uma redução de 1,20%, e da média nacional, que teve uma ligeira queda de 0,04%. A análise por faixa etária revela que a maioria dos devedores potiguares se encontra na faixa dos 30 a 39 anos, representando 25,38% do total. Em termos de gênero, o levantamento mostra que as mulheres constituem 52,43% dos inadimplentes, enquanto os homens correspondem a 47,57%.

De acordo com José Lucena, presidente da CDL Natal, o cenário preocupa porque o aumento do endividamento é sistemático. “O que mais chama a atenção nos dados é o aumento constante do número de inadimplentes nos últimos meses. Esse crescimento é preocupante, pois afeta diretamente a economia local, o poder de compra dos consumidores e a saúde financeira das famílias potiguares. Chama atenção ainda o fato de 44,98% dos consumidores endividados terem dívidas até R$ 1 mil, o que consideramos ser de fácil negociação e quitação, contudo mês a mês o que temos visto é o crescimento da inadimplência”, comenta.

Em relação ao número de dívidas em atraso, o aumento foi ainda mais expressivo, com um crescimento de 6,39% em maio de 2024 comparado a maio de 2023. Este aumento supera as médias regional e nacional, que registraram 1,29% e 0,76%, respectivamente. O setor bancário lidera como principal credor, com 70,36% do total das dívidas no Estado. A alta concentração de dívidas bancárias indica um uso frequente de produtos como cartão de crédito e cheque especial, conhecidos pelas taxas de juros elevadas.

Pesquisas do SPC Brasil mostram que as principais causas da inadimplência são imprevistos de saúde, morte, manutenção da casa ou carro (20%), redução da renda (17%), perda do controle do orçamento (16%), aumento dos preços (14%) e desemprego do entrevistado ou de algum membro da família (12%). José Lucena, presidente da CDL Natal, diz que diversos fatores podem ter contribuído para esse cenário e acrescenta o impacto da inflação na conta do endividamento.

“A inflação elevada tem corroído o poder de compra dos consumidores, fazendo com que muitas pessoas recorram ao crédito para suprir suas necessidades básicas. Outro fator relevante é o aumento das taxas de juros, que encarece o crédito e dificulta o pagamento das dívidas. Por fim, a falta de educação financeira e o consumo descontrolado também desempenham um papel crucial nesse cenário”, detalha.

Tribuna do Norte

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