Hackers derrubaram o sistema interno da Polícia Federal em 10 de dezembro.

Uma sequência de ataques cibernéticos contra órgãos do governo federal deixa danos e ainda impacta os serviços duas semanas após as primeiras ações dos criminosos virtuais.

O Conecte SUS, aplicativo utilizado para acessar o cartão nacional de vacinação, dados de consultas, exames e medicamentos, continua fora do ar. As equipes do Ministério da Saúde tentam restabelecer o serviço, mas ainda sem sucesso.Também sofreram investidas cibernéticas os sites da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), da Funpresp (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público da União), da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico), da Embratur, do Instituto Federal do Piauí e do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O

ataque também afetou os sistemas da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Dados de condutores e de policiais foram apagados, e as perdas chegam a quase 100 mil documentos apenas na PRF. A base do ataque foi o datacenter de uma empresa internacional de armazenamento de dados. Posteriormente, uma segunda empresa, dessa vez com servidores em território nacional, foi atacada.

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