O calendário astronômico do mês de dezembro está recheado de fenômenos para fechar 2021 com chave de ouro. No último mês do ano vai ter passagem de asteroide potencialmente perigoso, eclipse solar e até chuva de meteoro.
De acordo com a Agência Espacial Americana (NASA), o asteroide 4660 Nereus possui 492 pés de comprimento, equivalente a aproximadamente 150 metros de comprimento. Ele vai entrar na órbita da Terra no dia 11 de dezembro.

A imensa rocha espacial chegará a cerca de 4,6 milhões de milhas (7,4 milhões de quilômetros) da Terra A agência classificou o fato como “potencialmente perigoso”.

Embora seja classificado assim, a Nasa relatou que não há nenhuma ameaça à humanidade, e não há motivo para preocupação, já que o astro passará a cerca de 3,9 milhões de quilômetros da Terra.

Segundo especialistas, a distância equivale a 10 vezes a trajetória entre Terra e Lua.

Chuva de meteoro

Foto: OpenClipart-Vectors | Pixabay

Já nos dias 13 e 14, o céu será palco de um espetáculo: um pico da chuva de meteoros Geminídeas, considerada pela Nasa uma das melhores e mais marcantes do ano. Será possível visualizar até 120 meteoros por hora.

No céu do território brasileiro, as luzes em movimentos poderão ser observadas, embora ele seja mais visível do hemisfério Norte.

Segundo especialistas, acredita-se que a Geminídeas seja originária dos fragmentos do asteroide 3200 Faetonte, que passou “raspando” pela Terra em novembro de 2017.

Eclipse solar

No próximo sábado (4), acontece o único eclipse solar total do ano. De acordo com a Nasa, o fenômeno será visto em sua totalidade apenas na Antártida, mas pessoas de alguns lugares do hemisfério Sul também poderão observá-lo. No entanto, quem estiver no Brasil não vai conseguir vê-lo.

O eclipse solar acontece quando a Lua passa entre o Sol e a Terra e faz uma sombra sobre o nosso planeta, bloqueando total ou parcialmente a luz solar em algumas áreas.

Lançamento do telescópio espacial James Webb

Para finalizar, em 22 de dezembro, a Nasa fará um lançamento do telescópio espacial James Webb. O equipamento abrirá “uma janela para o universo primitivo”, segundo a agência espacial.

Com a missão espacial, cientistas acreditam que será possível descobrir o período em que as primeiras estrelas e galáxias se formaram.

Do R7

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