Em uma tentativa de renovação política, o MDB lançou há pouco a candidatura da Senadora Simone Tebet (MS) à Presidência da República.

O ato não contou com a presença de emedebistas históricos como o ex-senador Romero Jucá (RO), o relator da CPI da Covid-19, Renan Calheiros (AL) ou o ex-presidente da República Michel Temer. Temer apenas gravou um vídeo em que desejou boa sorte para a parlamentar; outro que mandou uma mensagem foi o ex-senador Jarbas Vasconcelos.

Entre os integrantes do partido que participaram do ato, estavam o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e o líder do partido no Senado, Eduardo Braga (AM).

Por outro lado, o evento teve a presença dos presidentes do PSDB, Bruno Araújo, e do PSL (futuro União Brasil), Luciano Bivar, e do senador Alessandro Vieira (Cidadania), que foi colega da parlamentar na CPI da Covid.

“É mais um nome que aparece para consolidar as discussões sobre a Terceira Via”, disse Bruno Araújo.

A ausência dos principais caciques do MDB foi vista como sinal da clássica divisão do partido. Os emedebistas históricos não endossaram a candidatura de Simone Tebet justamente porque gostariam de deixar o partido livre para negociar alianças com outros partidos.

Com o nome de Simone Tebet, já são nove os pré-candidatos à Presidência da República. Além dela, devem disputar o Palácio do Planalto o ex-presidente Lula (PT); o ex-juiz Sergio Moro (Podemos); o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL); o ex-ministro Ciro Gomes (PDT); o governador de São Paulo, João Doria (PSDB); o senador Alessandro Vieira (Cidadania); o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD) e o Luiz Felipe D’Ávila, pelo Novo.

O Antagonista

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