Garota de programa morta foi enterrada sob concreto por cliente
O corpo de Aline Cristina de Lira, de 34 anos, foi encontrado nesta segunda-feira (8/9) enterrado sob o concreto debaixo de uma cama em um imóvel localizado na rua Pedro Setti, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. A mulher, que atuava como garota de programa, estava desaparecida desde o dia 8 de agosto. Um cliente da acompanhante é o principal suspeito do crime.
Segundo o boletim de ocorrência, Aline saiu de seu apartamento em Santo André naquele dia para atender a um cliente em São Bernardo. Ela entrou em um carro de aplicativo e avisou a família por telefone sobre o encontro. No entanto, após dias sem contato, a irmã, a mãe e o padrasto da vítima procuraram a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) em São Caetano do Sul para registrar o desaparecimento.
Corpo encontrado após mandado de busca
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o corpo foi localizado após investigadores cumprirem um mandado de busca e apreensão no imóvel onde Aline teria sido vista pela última vez
A residência chamou a atenção por estar quase vazia, com poucos móveis e ausência de objetos pessoais. Durante a inspeção, os policiais notaram que o piso sob uma das camas havia sido concretado recentemente. Com apoio da prefeitura, o local foi escavado e o corpo da vítima foi encontrado em estágio avançado de decomposição.
A perícia técnica foi acionada e o caso foi registrado como encontro de cadáver, homicídio e ocultação de cadáver.
Investigação em andamento
O caso está sendo investigado pela Equipe de Investigações Sobre Homicídios da DEIC de São Bernardo do Campo. As autoridades agora trabalham para determinar a causa da morte, confirmar a identidade do autor e localizar o principal suspeito, que teria sido o último a ver Aline com vida.
A polícia ainda não revelou se o suspeito já foi identificado formalmente ou se há mandado de prisão expedido.
O crime causou comoção entre amigos e familiares da vítima, e levantou mais uma vez o debate sobre a vulnerabilidade de mulheres em situação de trabalho sexual e a necessidade de mecanismos mais eficazes de proteção.
Local.
Diferente dos canalhas bolsonaristas, Governo Lula reage e condena ameaça militar dos EUA contra o Brasil.
A administração de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) condenou a recente ameaça do governo dos Estados Unidos, que falou em usar o “poder militar” do país ao comentar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O posicionamento do Brasil foi divulgado nesta terça-feira (9/9), pelo Ministério das Relações Exteriores.
“O governo brasileiro condena o uso de sanções econômicas ou ameaças de uso da força contra a nossa democracia”, disse o Itamaraty em nota.
A chancelaria do Brasil rebateu as críticas divulgadas pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que justificou o possível uso da força como uma forma de “defender a liberdade de expressão” pelo mundo. Ele respondia a uma pergunta sobre o julgamento em curso no Brasil.
“O primeiro passo para proteger a liberdade de expressão é justamente defender a democracia e respeitar a vontade popular expressa nas urnas. É esse o dever dos três Poderes da República, que não se intimidarão por qualquer forma de atentado à nossa soberania”, declarou a pasta.
Sem citar diretamente o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) ou Jair Bolsonaro (PL), o Itamaraty ainda repudiou o que classificou como “tentativa de forças antidemocráticas” de usar governos estrangeiros para “coagir as instituições nacionais”.
EUA
Desde o início do ano, o parlamentar eleito por São Paulo deixou a Câmara dos Deputados para buscar ajuda do governo dos EUA diante do julgamento do pai. Após articulações de Eduardo, Washington anunciou não só medidas econômicas contra o Brasil, a exemplo da taxa de 50% sobre os produtos do país, como também retaliações contra autoridades brasileiras.
Parabéns Lula.
Mulheres brigam por causa de um “cueca freada”
Um vídeo inusitado tomou conta da internet neste domingo (7), mostrando duas mulheres se estapeando por causa de um homem que acabou ganhando um apelido nada lisonjeiro: “cueca freada”.
Nas imagens, as rivais aparecem discutindo até partirem para a briga, sob os olhares de curiosos que não perderam tempo em registrar tudo.
O caso rapidamente viralizou e gerou uma enxurrada de piadas. Muitos internautas questionaram como alguém com tal apelido poderia render tanto drama. Teve até quem comentasse que as duas deveriam “procurar outra cueca pra lavar”
O episódio virou meme e segue rendendo comentários hilários, provando mais uma vez que a internet não perdoa.
Ridículos: Malafaia avisa que proibirá bandeira dos EUA em novos atos: “Absurdo”
Organizador da maioria dos atos bolsonaristas na Avenida Paulista, em São Paulo, o pastor Silas Malafaia disse à coluna que vai proibir bandeiras dos Estados Unidos nas próximas manifestações.
A noticia é do portal METRÓPOLES. Malafaia disse ter considerado um “absurdo” a abertura de uma bandeira americana durante a manifestação que organizou na Avenida Paulista no domingo, em alusão ao 7 de Setembro.
O pastor disse não saber de quem partiu a ideia e disse desconfiar que o gesto pode ter sido realizado por membros da “esquerda infiltrada”, que teriam o objetivo de “desmoralizar o evento”.
“Eu só te digo uma coisa: nas próximas manifestações que eu coordenar, não vai ter nenhuma bandeira americana estendida na plateia. Eu, sinceramente, não sei se foram bolsonaristas desavisados ou esquerda infiltrada para tentar desmoralizar o evento. Um absurdo. Aquilo foi um absurdo”, disse Malafaia.
O religioso ressaltou que a bandeira ficou aberta por pouco tempo e avaliou que o fato não se pode tirar o foco da manifestação, que defendeu a anistia a Jair Bolsonaro e aos envolvidos no 8 de Janeiro.
“Reprovo 1000%. Não tem nada a ver com o americano. Aquilo é independência, é Brasil, povo brasileiro. O foco é quem é a favor da anistia, quem é contra. As manifestações a favor da anistia foram grandiosas”, afirmou.
Se isso é o líder, não precisa dizer mais nada seu moço.
Dino segue Moraes e vota pela condenação, mas aponta diferenças na culpabilidade dos réus
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino acompanhou o relator Alexandre de Moraes e votou, nesta terça-feira (9), pela condenação de Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus no julgamento sobre a tentativa de golpe de Estado.
Em sua manifestação, Dino, no entanto, apontou diferenças na gravidade das condutas entre os réus. “Não há a menor dúvida que os níveis de culpabilidade são diferentes”, afirmou.
- Dino antecipa voto sobre anistia: “Jamais houve anistia feita em proveito dos altos escalões do Poder”
Segundo o ministro, a atuação de Bolsonaro e do ex-ministro da Defesa Walter Braga Netto é mais grave. “Não há dúvida que a culpabilidade é bastante alta e, portanto, a dosimetria deve ser congruente com o papel dominante que eles exerciam”, disse.
Ele também considerou elevada a culpabilidade do almirante e ex-comandante da Marinha Almir Garnier, do ex-ministro da Justiça Anderson Torres e do tenente-coronel Mauro Cid. No caso de Cid, entretanto, Dino pontuou os benefícios da delação premiada, considerada válida pelo magistrado.
- “Esse é um julgamento como outro qualquer”, diz Flávio Dino sobre tentativa de golpe
Já em relação ao ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira, ao general Augusto Heleno e ao ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, Dino avaliou que a participação foi de menor importância.
Sobre Ramagem, ele argumentou que sua atuação direta terminou antes dos episódios centrais.
“Ele saiu do governo em março de 2022 e, portanto, ele tem uma menor eficiência causal em relação aos eventos que se sucederam. […] Neste caso, quando for o momento da dosimetria, eu considerarei a participação dele como de menor importância”, disse.
No caso de Heleno, Dino também disse não ter encontrado registros de atuação relevante no período crítico. “Eu não localizei atos exteriorizados de Augusto Heleno no segundo semestre, quando se deram os eventos principais da trama”, observou.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino acompanhou o relator Alexandre de Moraes e votou, nesta terça-feira (9), pela condenação de Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus no julgamento sobre a tentativa de golpe de Estado.
Em sua manifestação, Dino, no entanto, apontou diferenças na gravidade das condutas entre os réus. “Não há a menor dúvida que os níveis de culpabilidade são diferentes”, afirmou.
- Dino antecipa voto sobre anistia: “Jamais houve anistia feita em proveito dos altos escalões do Poder”
Segundo o ministro, a atuação de Bolsonaro e do ex-ministro da Defesa Walter Braga Netto é mais grave. “Não há dúvida que a culpabilidade é bastante alta e, portanto, a dosimetria deve ser congruente com o papel dominante que eles exerciam”, disse.
Ele também considerou elevada a culpabilidade do almirante e ex-comandante da Marinha Almir Garnier, do ex-ministro da Justiça Anderson Torres e do tenente-coronel Mauro Cid. No caso de Cid, entretanto, Dino pontuou os benefícios da delação premiada, considerada válida pelo magistrado.
- “Esse é um julgamento como outro qualquer”, diz Flávio Dino sobre tentativa de golpe
Já em relação ao ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira, ao general Augusto Heleno e ao ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, Dino avaliou que a participação foi de menor importância.
Sobre Ramagem, ele argumentou que sua atuação direta terminou antes dos episódios centrais.
“Ele saiu do governo em março de 2022 e, portanto, ele tem uma menor eficiência causal em relação aos eventos que se sucederam. […] Neste caso, quando for o momento da dosimetria, eu considerarei a participação dele como de menor importância”, disse.
No caso de Heleno, Dino também disse não ter encontrado registros de atuação relevante no período crítico. “Eu não localizei atos exteriorizados de Augusto Heleno no segundo semestre, quando se deram os eventos principais da trama”, observou.
Esta reportagem está sendo atualizada.
Tragédia em Natal: Mulher assassinada pelo marido e bebê de 3 meses sobrevive ao massacre
Uma cena devastadora foi registrada na noite desta segunda-feira (8), no bairro das Quintas, zona Oeste de Natal. Um homem identificado apenas como Tiago tirou a vida da própria esposa, Simone Patrícia Soares de Figueiredo, de 41 anos, e em seguida cometeu suicídio.
Segundo informações iniciais, Simone foi surpreendida com disparos de arma de fogo dentro de casa e morreu ainda na entrada do quarto. Após consumar o feminicídio, Tiago se dirigiu até a cozinha e disparou contra a própria cabeça.
A suspeita é de que o crime tenha ocorrido ainda durante a madrugada, mas os corpos só foram encontrados no início da noite, quando vizinhos acionaram a polícia. O que mais chocou os socorristas foi encontrar a filha do casal, uma bebê de apenas três meses, deitada sobre o corpo ensanguentado da mãe.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e, felizmente, constatou que a criança não apresentava ferimentos e estava em bom estado de saúde, sendo entregue posteriormente a familiares da vítima.
Moradores relataram que ouviram barulhos semelhantes a tiros durante a madrugada, mas não imaginaram a gravidade da situação. O casal havia se mudado há pouco tempo para o local e era pouco conhecido pela vizinhança.
Policiais do 9º Batalhão, ao chegarem à residência, precisaram arrombar o portão e a porta para acessar o imóvel. “Ao olhar pela janela, já foi possível perceber que os dois estavam mortos. Nossa maior preocupação foi resgatar a criança”, declarou o sargento Marcos Calixto.
Equipes do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) e da Polícia Civil realizaram os levantamentos no local. Os corpos foram encaminhados para necropsia no ITEP, enquanto a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) assumirá as investigações sobre o feminicídio seguido de suicídio.
Um crime brutal que deixou uma família destroçada e uma criança órfã, vítima da violência dentro do próprio lar.
Confronto termina com morte de suspeito conhecido como “Galo Cego” na Zona Norte de Natal
Um homem identificado como Wallace Júnior, popularmente conhecido como “Galo Cego”, morreu após trocar tiros com equipes da Força Tática do 4º Batalhão da Polícia Militar, na noite desta segunda-feira (8), na comunidade da África, no bairro Redinha, Zona Norte de Natal.
Segundo informações repassadas pela corporação, os militares realizavam uma ação de patrulhamento na região quando o suspeito, ao perceber a aproximação da viatura, tentou fugir pulando muros de residências. Durante a perseguição, ele teria efetuado disparos contra os policiais, que reagiram.
Baleado no confronto, Wallace Júnior foi socorrido pelos próprios policiais ao Hospital Dr. José Pedro Bezerra, mais conhecido como Santa Catarina, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ao dar entrada na unidade.
Com ele, a PM apreendeu um revólver calibre 38, contendo munições deflagradas. O material recolhido foi apresentado na Delegacia de Plantão da Zona Norte, onde o caso ficou registrado.


Moraes vota para condenar Bolsonaro e mais 7 por tentativa de golpe de Estado.
O ministro Alexandre de Moraes votou pela condenação de Jair Bolsonaro e de mais sete réus na chamada ação penal do golpe. Para ele, o ex-presidente da República foi o líder de uma organização criminosa que conspirou para se dar um golpe de Estado no país.
Na sua manifestação, Moraes defendeu que o chamado núcleo crucial seja condenado por todas as imputações penais estabelecidas pela Procuradoria-Geral da República (PGR): organização criminosa armada; tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima; e deterioração de patrimônio tombado.
Todos os crimes em concurso de agente e em concurso material. Na prática, ao entender que houve uma união do grupo do chamado ‘núcleo crucial’, Moraes defende penas mais graves a todos os integrantes da organização. A dosimetria, no entanto, será discutida apenas após a confirmação das condenações ou absolvições.
O núcleo 1, ou “núcleo crucial”, inclui, além do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ); o almirante e ex-comandante da Marinha Almir Garnier Santos; o ex-ministro da Justiça Anderson Torres; o general da reserva e ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional Augusto Heleno; o tenente-coronel e ex-ajudante de ordens da Presidência da República Mauro Cid; o general e ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira; e o general da reserva e ex-ministro da Casa Civil Walter Braga Netto.
Segundo Moraes, o ex-presidente foi crucial não somente para juntar outros integrantes do governo federal como ajudou a operacionalizar a tentativa de golpe.
Para o ministro relator da ação penal do golpe, a organização iniciou suas atividades ainda em 2021, com o intuito de se provocar caos sociais para, em última instância, se restringir a atuação do Poder Judiciário após as eleições de 2022.
“Eles agiram para se manter no poder, independentemente do resultado”, declarou Moraes. “O líder da organização criminosa uniu-se a indivíduos de extrema confiança para ações de golpe de estado e ruptura das instituições democráticas”, afirmou o ministro do STF.
“Tudo aqui mostra que a organização criminosa tentou, até os 45 minutos do segundo tempo, impedir a posse. Ao não conseguir, se organizou, porque os atos violentos já vinham ocorrendo. Devemos lembrar também que vários postes de energia foram derrubados no mês de dezembro para criar caos social. Os acampamentos abastecidos para, na virada, se tentar a deposição”, declarou Moraes.
“A estabilidade e permanência da organização criminosa foi comprovada pela Polícia Federal e não deixam margem de dúvidas e direto acesso que os réus tinha com o líder da organização, Jair Messias Bolsonaro”, declarou ainda Moraes.Bulletproof vests and equipment
Moraes sem temor e coragem na força da lei.
