Na tarde de quinta-feira, 24 de julho, a Polícia Civil de Pau dos Ferros realizou mais uma ação de combate ao tráfico de drogas na região e prendeu em flagrante Allan Kardec, suspeito de comandar um ponto de venda de entorpecentes — conhecido popularmente como “boca de fumo” — próximo à Praça de Eventos. Durante a operação, os policiais apreenderam uma balança de precisão, dinheiro fracionado, uma certa quantidade de maconha, pinos utilizados para armazenar cocaína e diversos tipos de embalagens para o preparo e comercialização das drogas.
Allan Kardec foi conduzido até a delegacia, onde foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Após os procedimentos, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional e permanecerá à disposição da Justiça.
Nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (25), a Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou a “Operação Desvirtuados”, coordenada pela 15ª Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa de Mossoró (DHPP/Mossoró) e pela Delegacia de Furtos e Roubos (DEFUR/Mossoró). Ao todo, mais de 20 policiais civis participaram da ação, que teve como alvos três policiais militares da ativa do Estado do Ceará.
Na oportunidade, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça potiguar. A operação decorre da investigação de um roubo circunstanciado com emprego de arma de fogo, restrição de liberdade das vítimas e concurso de agentes, ocorrido no dia 20 de maio deste ano, no bairro Alto do Sumaré, em Mossoró, além de um homicídio praticado no mesmo dia no bairro Abolição 5 e, ainda, disparos de arma de fogo contra estabelecimentos comerciais e residenciais no abolição 4, também em Mossoró/RN.
A ação contou com apoio operacional das 10ª e 16ª DHPPs de Mossoró, da Delegacia Especializada em Narcóticos (DENARC/Mossoró), da Divisão de Polícia Civil do Oeste (DIVIPOE/Mossoró), da Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD/Mossoró), da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Ceará (PMCE).
Foto: Fernanda Capelli A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (25) o acionamento da bandeira vermelha nível 2 para agosto. Isso significa que as contas de energia elétrica terão adicional de R$ 7,87 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Uma residência típica no Brasil com quatro pessoas morando consome em média de 150 kWh a 200kWh por mês. A bandeira tarifária sinaliza ao consumidor os custos reais da geração de energia no país. Quando a geração fica mais cara, a cobrança extra é aplicada automaticamente nas contas. O motivo da bandeira 2, segundo a Aneel, é o baixo nível das chuvas, que diminui o reservatório das hidrelétricas e leva ao acionamento das termelétricas, que são mais caras.
Como funciona o sistema de cores
O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.
Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.
Saiba quanto custa cada bandeira
Cada bandeira tarifária acionada pela Aneel pode gerar um custo extra ao consumidor:
•🟩bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;
•🟨bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh);
•🟥bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh);
•🟥bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).
No Amazonas, uma indígena acusa quatro policiais e um guarda civil de a terem estuprado durante nove meses em que esteve presa em uma delegacia.
Em novembro de 2022, a mulher, indígena da etnia Kokama, foi até a delegacia de Santo Antônio do Içá, no interior do Amazonas, denunciar que tinha sofrido violência doméstica. Lá, descobriu que era condenada por um homicídio em Manaus, cometido em 2018. Ela nega a autoria do crime.
Segundo a Defensoria Pública, por falta de vagas nos presídios, a mulher foi colocada em uma cela da delegacia com outros homens, o que é proibido pela Lei de Execuções Penais. O bebê dela, com 20 dias de vida, também ficava na cela.
A indígena denunciou que, nos nove meses em que permaneceu na delegacia, era estuprada por quatro policiais militares e um guarda municipal.
No depoimento à Defensoria, ela afirmou que os abusos aconteciam sempre à noite, nos plantões dos policiais, e em salas da delegacia, que era obrigada a consumir álcool com os policiais e que, na primeira noite na prisão, ela foi abusada ao lado do filho recém-nascido. A indígena afirmou que não denunciou os crimes na época por medo.
Em agosto de 2023, assim que chegou em Manaus para cumprir a pena, a indígena fez um boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher. Ela denunciou os crimes e deu os nomes dos policiais e também do guarda municipal. O caso foi encaminhado à delegacia de Santo Antônio do Içá que, segundo o Ministério Público, até hoje não abriu investigação para apurar as denúncias.
meses em que esteve presa em delegacia — Foto: Reprodução/TV Globo
A mulher se submeteu a exames.
“O laudo é conclusivo, claro, sobre a existência dessa conjunção carnal, o que aponta também, pelo laudo, que isso teria sido cometido mediante violência”, disse defensor público Theo Costa.
Na segunda-feira (22), promotoras ouviram a indígena. Os suspeitos foram identificados. “Eles estão afastados das suas atividades, mas estão em liberdade. Nós temos uma ação de execução que de alguma forma colheu alguns elementos de convicção que podem ser aproveitados no nosso procedimento investigatório”, afirma a procuradora-geral de Justiça/AM, Leda Albuquerque.
A Funai informou que está prestando assistência à indígena. A Polícia Civil, a Corregedoria do Tribunal de Justiça do Amazonas e a Polícia Militar investigam a denúncia.
O Ministério Público pediu à Justiça que a mulher cumpra a pena fora da prisão, com uso de tornozeleira eletrônica.
Kauany Martins Kosmalski, de 18 anos, foi assassinada em Esteio (RS) na última terça-feira (22/7) por um pai de santo. Também foram mortos seu filho, Miguel, de 2 meses, e Ariel Silva da Rosa, de 16 anos, amigo da jovem.
Segundo a polícia, o crime teria sido motivado por ciúmes. O bebê seria fruto de um relacionamento entre Kauany e o pai de santo, que temia perder seu posto por envolvimento com uma fiel. A jovem teria engravidado quando ainda era menor de idade.
A esposa do suspeito confessou participação no crime após a casa onde vivia com o marido e a filha ser incendiada por populares. Em depoimento, afirmou que esfaqueou Kauany e que o marido matou o adolescente. Ela não detalhou como o bebê foi morto.
Até agora, não há mais informações sobre como Kauany conheceu o suspeito ou com quem vivia. Grande Ponto
Um crime chocante foi descoberto no último sábado (29) no Cemitério Municipal de Pindaré-Mirim, no Maranhão. O corpo de uma jovem de 20 anos, identificada como Shakira dos Santos, foi desenterrado e encontrado fora do túmulo com sinais de abuso sexual.
Indícios de necrofilia, que é o uso do cadáver com a finalidade sexual, foram constatados pela Polícia Civil no corpo da jovem, que havia sido sepultada na última terça-feira (25). O corpo de Shakira dos Santos foi levado para ser periciado no Instituto Médico Legal (IML), na capital, e o resultado do laudo ainda está sendo aguardado.
Investigações em andamento De acordo com a Polícia Civil, as investigações estão em andamento, mas ainda não há suspeita de quem pode ter praticado o crime. A pena prevista para o crime de vilipêndio de cadáver é de um a três anos de prisão e mais o pagamento de multa.
Família e amigos em choque A notícia da morte e abuso sexual de Shakira dos Santos deixou a família e amigos em choque. Em entrevista à imprensa local, a mãe da jovem pediu justiça e que o responsável pelo crime seja punido.
Comunidade local se mobiliza A comunidade local se mobilizou em busca de justiça para o caso. Manifestações pacíficas e pedidos por ações mais efetivas por parte das autoridades estão sendo realizados nas redes sociais.
Medidas de segurança no cemitério O caso também trouxe à tona a necessidade de medidas de segurança mais efetivas nos cemitérios da região. A falta de vigilância e o fácil acesso aos túmulos tem sido apontado como um fator que pode facilitar a prática de crimes como esse. MCeará
Um grave acidente foi registrado na BR-226, na cidade de Tangará, na noite desta quarta-feira (2), em frente ao IERN – Campus Tangará. A colisão envolveu uma motocicleta e um caminhão e deixou uma vítima fatal.
Na moto vinha um casal residente no Sítio Catolé. Eles se dirigiam à cidade para comemorar nove anos de união. Segundo informações colhidas no local, a motocicleta teria reduzido a velocidade para passar em uma lombada, momento em que o caminhão que vinha logo atrás não conseguiu parar a tempo e colidiu violentamente com o veículo.
A mulher, identificada como Lara Fábia, morreu ainda no local. Ela havia concluído recentemente o curso técnico em enfermagem e tinha planos de iniciar sua carreira na área da saúde. Já o seu companheiro, Jadson Aureliano, foi socorrido com vida e encaminhado ao hospital.
Vitima fatal.
O acidente causou comoção entre os moradores da cidade e das comunidades rurais próximas, especialmente pela história do casal, que seguia em um momento especial de celebração
Morreu nesta quinta-feira (24) a segunda vítima de um acidente na BR-226, em Tangará . Jadson Aureliano Avelino, de 32 anos, estava internado no Hospital Walfredo Gurgel, em Natal, desde o dia 2 de julho, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos. A esposa dele, Lara Fábia de Oliveira, de 24 anos, já tinha morrido no local do sinistro.
Jadson conduziu uma motocicleta que foi atingida por um caminhão ao reduzir para passar por uma lombada. Lara estava na garupa. Após o acidente, familiares protestaram pela falta de sinalização no trecho, o que pode ter provocado o acidente. No dia seguinte ao sinistro, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) fez uma pintura do local .
Em um vídeo feito no momento em que o Dnit trabalhava na sinalização, um morador se emociona e comenta: “Olhe, Fabinho. A sua filha teve que morrer para vim finalizar”, em referência à vítima do acidente. O vídeo gerou forte comoção na cidade.
Nesta quarta-feira (24), completa-se um mês da fuga de dois detentos da Cadeia Pública de Mossoró, no Oeste potiguar. Joab Frazão de Lima, de 32 anos, e Wellington Silva Pereira, de 26 anos, escaparam da unidade prisional no dia 24 de junho, durante o horário de visita de familiares aos internos.
A fuga ocorreu em circunstâncias ainda não completamente esclarecidas, no momento em que a cadeia estava movimentada pela presença de visitantes.
Desde então, forças de segurança estaduais têm realizado diligências e buscas com o objetivo de localizar os foragidos, mas até o momento, nenhum dos dois foi recapturado.
Joab Frazão respondia por crimes como tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Já Wellington Silva estava preso por roubo. Ambos são considerados perigosos e, segundo informações da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), a fuga é alvo de investigação interna para apurar possíveis falhas no sistema de segurança da unidade.
O caso reacende o debate sobre a vulnerabilidade estrutural de unidades prisionais e os desafios enfrentados pela segurança pública no Rio Grande do Norte. Familiares de outros detentos relataram preocupação com o aumento do rigor nas visitas após o episódio.Parque aquático
As autoridades pedem que qualquer informação que possa levar à localização dos fugitivos seja repassada de forma anônima pelos canais oficiais, como o Disque-Denúncia 181.
O corpo do jovem Junior Barros Ferreira de Souza, de 19 anos, foi encontrado na tarde desta quarta-feira (23) em um terreno localizado na cidade de São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal. A vítima estava desaparecida desde a última sexta-feira, dia 18, quando foi vista pela última vez por volta das 1
A descoberta foi feita de forma trágica pela própria mãe do jovem, que ficou empenhada nas buscas desde o desaparecimento. Após três dias de procura intensa, ela retornou à área de mata onde suspeitava que o filho pudesse estar e, acompanhado de outras três pessoas, localizou o corpo enterrado em uma área de areia fofa. A família conto com o apoio de populares e da polícia ao longo das buscas.
O caso agora será investigado pelas autoridades competentes, que deverão apurar as estatísticas da morte e a motivação do crime. Ainda não há informações sobre suspeitos ou possível causa de morte.