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Mais três fugitivos de Alcaçuz são recapturados; sete ainda seguem foragidos
As forças de segurança do Rio Grande do Norte avançaram nas buscas pelos detentos que escaparam da Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, unidade localizada no complexo de Alcaçuz, em Nísia Floresta. Entre a noite da sexta-feira (31) e a madrugada deste sábado (1º), mais três foragidos foram localizados e presos.
Os recapturados são Issac Deodato Rodrigues, Tiago da Silva Maia Braga e Diogo da Luz Silva. Com as novas prisões, o número de detentos novamente sob custódia chega a quatro, enquanto outros sete continuam sendo procurados pelas equipes policiais.
Segundo informações da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP), Diogo da Luz Silva foi encontrado escondido em uma área de mata em Nísia Floresta. Durante a abordagem realizada por policiais militares, ele teria reagido à prisão e acabou sendo baleado. Após receber os primeiros socorros, foi encaminhado ao Hospital Regional Deoclécio Marques, em Parnamirim, onde permanece internado. O estado de saúde é considerado estável.
Já Issac Deodato Rodrigues e Tiago da Silva Maia Braga foram capturados durante a madrugada deste sábado em diferentes pontos da zona rural do município, sem registro de confronto ou outras ocorrências.
As buscas continuam mobilizando um grande efetivo composto por equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Guarda Municipal de Parnamirim e Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atuam de forma integrada para localizar os sete fugitivos restantes.
A fuga ocorreu na madrugada da última sexta-feira (31). Conforme as investigações iniciais, 13 presos conseguiram escapar após removerem um vaso sanitário da cela e utilizarem a abertura da tubulação para acessar o lado externo da unidade. Dois deles foram recapturados ainda dentro do complexo prisional logo após o acionamento do alarme, enquanto os demais conseguiram fugir.
O episódio volta a levantar questionamentos sobre a segurança do sistema penitenciário do Rio Grande do Norte. Levantamentos oficiais mostram que, entre 2015 e 2018, o Estado registrou 877 fugas de presos do regime fechado, um dado que reforça os desafios enfrentados na vigilância e no controle das unidades prisionais.
