Mega-Sena acumula para R$ 50 milhões; confira os números sorteados
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.046 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (18). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 50 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados são: 16 – 23 – 24 – 33 – 36 – 52
- 38 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 50.460,11 cada
- 3.041 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.039,35 cada
Apostas
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (20), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
Fonte: Agência Brasil
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Rádio MEC: Jazz Livre traz live de multi-instrumentista Pedro Franco
O multi-instrumentista, compositor e arranjador Pedro Franco é a atração do programa Jazz Livre desta quarta-feira (19) para uma live em formato multiplataforma na Rádio MEC. A performance vai ao ar às 21h, com transmissão simultânea em áudio, pelo dial da emissora, e em vídeo, no YouTube da rádio.

Acompanhado da contrabaixista Marfa Kurakina e do baterista Cassius Theperson, Pedro Franco toca violão e bandolim de dez cordas para apresentar o trabalho Black Pantha, seu recente álbum autoral e instrumental aclamado pela crítica. O disco traz as composições mais representativas de Franco a partir de 2016, no qual o músico se declara multi-instrumentista e traz para a linha de frente seus improvisos.
Considerado no cenário nacional como um dos maiores nomes de sua geração, Pedro Franco é natural de Porto Alegre. Além do trabalho autoral, já dividiu o palco com artistas como Maria Bethânia, Zélia Duncan, Ney Matogrosso, Yamandu Costa, Gal Costa, Hamilton de Holanda, entre outros grandes artistas brasileiros.
Em 2017, lançou seu primeiro disco de carreira, que foi indicado na categoria Revelação do Prêmio da Música Brasileira. Em 2020, ganhou como melhor instrumentista no Festival de Música da Rádio MEC. Em 2021, foi indicado como melhor instrumentista no Prêmio Profissionais da Música. No mesmo ano, Pedro lançou o disco Minha Voz Fica em duo com a cantora Zélia Duncan, dedicado à obra da compositora Alzira E.
Sobre o Jazz Livre
Atração diária da Rádio MEC, no ar de segunda a sexta-feira, na faixa das 21h, o Jazz Livre tem uma hora de duração com o melhor repertório do gênero e da música instrumental. O programa apresenta várias edições inéditas por semana, ao vivo, geralmente, de segunda a quinta-feira.
A produção transmitida em tempo real oferece ao público a oportunidade para interagir por meio do WhatsApp (21) 99710-0537. Os ouvintes podem participar das edições e mandar sua mensagem para a equipe da emissora pública.
Apresentado por Sidney Ferreira, o Jazz Livre tem produção de Anderson Domingos e Carlos Soca. A coordenação de produção fica com Rodrigo Soprana.
Sobre a Rádio MEC
Conhecida de norte a sul do país como “A Rádio de Música Clássica do Brasil”, a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.
A Rádio MEC oferece aos ouvintes a experiência de acompanhar repertórios segmentados, composições originais e produções qualificadas. Ainda há espaço também para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada a audiência cativa.
A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz.
Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação da Rádio MEC. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537.
Serviço
Jazz Livre – Live Black Pantha – Pedro Franco – quarta-feira, dia 19/08, às 21h, ao vivo na Rádio MEC e no YouTube da emissora
Como sintonizar a Rádio MEC
Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz
Belo Horizonte: FM 87,1 MHz
Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz
Parabólica – Star One C2 – 3748,00 MHz – Serviço 3
Celular – App Rádios EBC para Android e iOS
Fonte: Agência Brasil
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Segurança em Macaíba avança: roubos caem 38,58%, CVPs têm redução de 33,14% e violência doméstica se mantém no índice queda
Segurança em Macaíba avança: roubos caem 38,58%, CVPs têm redução de 33,14% e violência doméstica se mantém no índice queda
Os números oficiais da COINE/SESED apontam resultados positivos para a segurança pública em Macaíba.
CRIMES VIOLENTOS CONTRA O PATRIMÔNIO (CVP)
No acumulado de janeiro a julho de 2026, Macaíba registrou uma redução de 33,14% nos CVPs, passando de 175 ocorrências em 2025 para 117 em 2026.
Somente no mês de julho, os CVPs reduziram de 15% em relação a julho de 2025.
ROUBOS TAMBÉM APRESENTAM FORTE REDUÇÃO
No acumulado do ano, os registros de roubo caíram de 127 para 78 ocorrências, representando uma redução de 38,58%.
REDUÇÃO NA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Outro resultado relevante foi observado no mês de julho, os registros de violência doméstica e familiar teve uma redução de 26,32%.
Nos casos de agressão física, a redução foi de 28,57%.
Os dados de julho também apontam aumento nos registros de ações de policiamento preventivo e ostensivo, além de crescimento no número de denúncias recebidas.
As denúncias aumentaram em 63,16%. Esse crescimento representa um maior volume de acionamentos registrados e reforça a importância da participação da população no trabalho de segurança pública.
Os resultados refletem o esforço contínuo das forças de segurança na prevenção e enfrentamento à criminalidade em Macaíba.
A Polícia Militar segue ampliando a presença ostensiva, fortalecendo o policiamento e atuando de forma integrada para proteger a população.
Macaíba mais segura se constrói com trabalho sério, presença policial e participação da sociedade.
11° BPM | Batalhão Augusto Severo
Polícia Militar,
Servir e proteger.
Fonte:
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Onda 22 toma as ruas de Natal e inicia caminhada de Álvaro Dias pelo Passo da Pátria

Foto: Rosinei Coutinho
Surgiu mais um caso relacionado à operação Lava Jato que segue sendo válido na Justiça de outro país, apesar de tudo ter sido anulado pelo Supremo Tribunal Federal no Brasil. Desta vez, um tribunal de Londres decidiu que a agência britânica SFO (Serious Fraud Office) pode continuar a usar provas obtidas no Brasil para defender o confisco de 7,3 milhões de libras esterlinas de um ex-engenheiro da Petrobras acusado de repassar propinas a ex-colegas.
O Serious Fraud Office é um órgão governamental independente do Reino Unido que investiga e processa crimes econômicos complexos de alto nível, incluindo fraudes corporativas em larga escala, suborno e corrupção. O juiz Mark Weekes, do Tribunal da Coroa Britânica em Southwark (na região central de Londres), escreveu assim num trecho de seu despacho:
“Vale observar que esta situação –na qual uma autoridade judiciária do Estado requerido [Brazil] revoga, posteriormente e de forma ostensiva, a base jurídica interna para o compartilhamento de material de assistência jurídica mútua (MLA) que, à época, havia sido legitimamente compartilhado com o órgão de acusação do Reino Unido– é, na experiência deste Tribunal, bem como na dos advogados que atuam no caso e daqueles que os instruem, no mínimo, altamente incomum”.
O despacho é de 20 de maio de 2026, mas ficou conhecido só agora depois de a organização não governamental Spotlight on Corruption ter obtido o documento, que foi compartilhado com a Global Investigations Review, que publicou uma reportagem (exclusiva para assinantes) a respeito do caso.
A decisão da Justiça britânica foi num processo em que Mario Ildeu de Miranda, ex-engenheiro da Petrobras, apresentou um recurso contra o confisco civil de suas contas bancárias, decretado em 2023 sob a acusação de lavagem de dinheiro.
O Tribunal da Coroa Britânica de Southwark começou a analisar o recurso de Miranda contra o confisco em setembro de 2025. O caso ficou parado até maio de 2026 para permitir que o Serious Fraud Office e o ex-engenheiro da Petrobras realizassem “diligências adicionais” junto às autoridades brasileiras.
A movimentação do processo em maio se deu depois de uma decisão, em março de 2026, do ministro Dias Toffoli, que anulou a decisão de enviar ao Reino Unido as provas contra o ex-funcionário da Petrobras.
As irregularidades imputadas a Mario Ildeu de Miranda foram reveladas durante a operação Lava Jato, que envolveu diversos funcionários públicos da estatal de energia Petrobras. Em um caso de grande repercussão decorrente da investigação, a empreiteira Odebrecht concordou, em 2016, em pagar mais de US$ 3 bilhões para encerrar investigações no Brasil, nos EUA e na Suíça relacionadas a propinas pagas a funcionários da Petrobras e de outras empresas e órgãos estatais.
Ao Poder360, o advogado Figueiredo Basto, que representa a defesa de Mário Ildeu de Miranda na Lava Jato, declarou que não pretende se manifestar neste momento sobre o caso que corre na Justiça inglesa.
Uma série de decisões do STF levou ao fim da Lava Jato e à anulação de provas e revogação de condenações. O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi um dos beneficiados das interpretações do Supremo –que basicamente considerou que o então juiz federal que comandou a investigação, Sergio Moro, não poderia, no foro de Curitiba (PR), ter conduzido os processos. Em março de 2024, a operação completaria 10 anos, só que já estava enterrada. O ministro do STF Gilmar Mendes disse na ocasião que “a Lava Jato terminou como uma organização criminosa”.
A decisão da Justiça britânica sobre Mario Ildeu de Miranda analisou o despacho de Dias Toffoli de março de 2026 em petição sob segredo de justiça. Na ocasião, o ministro anulou uma decisão de 2021 do tribunal federal de Curitiba que autorizava a transferência de uma “cópia integral” do processo criminal local contra o ex-engenheiro da Petrobras para o SFO. Toffoli entendeu que o tribunal de Curitiba –que havia condenado Miranda por lavagem de dinheiro em 2019– não tinha competência jurisdicional para autorizar a transferência, conforme consta na decisão de Londres.
Para o juiz Weekes, a decisão de Toffoli de março de 2026 não vincula os tribunais ingleses. Dessa forma, o SFO poderá continuar utilizando as provas, que foram fornecidas “de boa-fé” e em conformidade com tratados internacionais de assistência jurídica mútua. Weekes diz que as “consequências diplomáticas” da decisão seriam uma questão a ser tratada pelos governos dos respectivos países, e não pelos seus juízes.
“Embora possa haver consequências diplomáticas para o governo do Reino Unido decorrentes da atitude do SFO, trata-se –ou provavelmente trata-se– de questões de política não sujeitas à apreciação judicial, envolvendo as altas partes contratantes, sobre as quais este tribunal não pode, nem deve tentar, deliberar”, escreveu o juiz Weekes.
Com informações do Poder 360
Fonte: Blog do BG
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