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EXECUÇÃO NO VINGT ROSADO: Jovem de 20 anos é morto a tiros ao voltar para casa da mãe em Mossoró

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Mossoró voltou a ser palco da violência na noite deste domingo (24). O município do Oeste Potiguar registrou o 52º homicídio do ano de 2025, em um crime marcado pela frieza dos executores.
A vítima foi João Victor Torquato Neves, de apenas 20 anos. Segundo informações, o jovem, que morava no bairro Nova Betânia, havia passado o dia na casa da mãe, no Conjunto Novo, quando saiu para comprar água. No retorno, foi surpreendido por criminosos armados que estavam escondidos em um matagal em frente à residência.

Sem qualquer chance de defesa, João Victor foi alvejado com vários disparos e tombou morto na calçada, em meio ao desespero de familiares.

A motivação do crime permanece um mistério. Familiares garantem que o rapaz não tinha envolvimento com ilícitos. Trabalhava como recepcionista em um restaurante e era considerado tranquilo e trabalhador.

A Polícia Militar isolou a área até a chegada da Polícia Civil e da equipe do Itep, que realizou a perícia e removeu o corpo. A investigação ficará a cargo da Delegacia de Homicídios de Mossoró (DHPP), que busca identificar os assassinos e esclarecer as circunstâncias da execução.

Jovem de Assú morre após acidente em lancha durante festa na Lagoa do Bonfim, em Natal

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Um jovem de Assú perdeu a vida na noite deste domingo (24), após um grave acidente na Lagoa do Bonfim, em Nísia Floresta, região Metropolitana de Natal. A vítima foi identificada como Matheus, que participava de uma festa no local.
De acordo com informações repassadas ao Focoelho pelo pai da vitima, Matheus estava em uma lancha, ao atracar a embarcação, no momento em que os motores foram desligados, Matheus decidiu pular na água. No entanto, a hélice ainda estava em movimento e acabou sugando o jovem, provocando um profundo ferimento em sua perna, que se estendia da coxa até a panturrilha.

Testemunhas relataram que Matheus conseguiu retornar à superfície e chegou a avisar que havia se ferido. Rapidamente, ele foi retirado da água, mas o corte era grave e causou intensa perda de sangue. Mesmo após tentativas de reanimação e o socorro imediato para a UPA, o jovem não resistiu aos ferimentos e faleceu por volta das 18h25.

O caso gerou comoção entre familiares e amigos do jovem assuense.

O Blog Focoelho lamenta profundamente o falecimento do jovem Matheus, natural de Assú, vítima de um trágico acidente ocorrido na noite deste domingo (24), na Lagoa do Bonfim, em Natal.

Manifestamos nossa solidariedade e sentimentos de pesar aos familiares e amigos neste momento de dor.

O corpo ainda se encontra em Natal, aguardando liberação. A qualquer momento traremos informações sobre velório e sepultamento.

Jovem é morta após sexo e bebedeira com 5 rapazes. A morte de Sarah Picolotto dos Santos Grego, jovem

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  • de apenas 20 anos, abalou moradores de Ubatuba (SP) e sua cidade natal, Jundiaí (SP). O corpo foi encontrado na sexta-feira, no litoral norte paulista, após quase uma semana de buscas. Sarah trabalhava como body piercer, era conhecida pelo jeito cativante e, segundo familiares, será sempre lembrada pelo coração generoso que possuía.

O caso está sob investigação da Polícia Civil, que apura a possibilidade de estupro coletivo seguido de homicídio.

De acordo com informações da polícia, Sarah teria ingerido bebidas alcoólicas e se envolvido com cinco rapazes. Em seguida, deixou o local acompanhada de um deles, um homem de 24 anos.

Vítima.

Tarifaço: Consumidores estão gradualmente arcando com os custos

Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein

Segundo o Presidente Donald Trump, países estrangeiros e empresas internacionais estão absorvendo os custos da política tarifária dos Estados Unidos. Mas as evidências mostram que consumidores e as companhias americanas estão pagando caro pelas tarifas que a Casa Branca implementou como sua principal ferramenta política.

“Está provado que, mesmo neste estágio avançado, as tarifas não causaram inflação ou quaisquer outros problemas para a América, além de quantias massivas de dinheiro entrando nos cofres do nosso Tesouro”, publicou Trump em sua rede social, Truth Social, no início deste mês.

“Além disso, foi demonstrado que, na maior parte, os consumidores nem estão pagando essas tarifas. Os custos são principalmente de empresas e governos, muitos deles estrangeiros, que estão arcando com as contas”, completou.

Há um crescente conjunto de evidências que apontam o contrário: dados econômicos, pesquisas acadêmicas, despesas empresariais e experiências em primeira mão estão mostrando que, na verdade, são as empresas e os consumidores americanos que estão enfrentando custos cada vez mais altos devido às tarifas.

Espera-se que esse fardo se torne ainda mais pesado nos próximos meses — e, potencialmente, anos — conforme mais tarifas entram em vigor e outras se estabelecem profundamente nas cadeias de suprimentos.

Se os exportadores estrangeiros estivessem absorvendo os custos das tarifas, uma possível maneira de ver isso nos dados econômicos dos EUA seria através da redução dos preços de exportação pré-tarifa.

No entanto, dados dos últimos meses mostraram que os preços de importação (que excluem os custos de tarifas, seguros e transporte) permaneceram praticamente estáveis. Eles aumentaram 0,5% desde a eleição de novembro e 0,2% desde março.

“Um argumento que parecia plausível até recentemente era que os preços de importação haviam sido sustentados pelo estoque pré-tarifa na [última parte de 2024 e nos primeiros três meses de 2025], que viu as importações de mercadorias atingirem níveis recordes”, escreveram os economistas da Pantheon Samuel Tombs e Oliver Allen, em uma nota de 19 de agosto.

“Isso deixou os exportadores estrangeiros com muitos pedidos, fornecendo pouco incentivo para cortar preços. Mas os preços de importação permaneceram resilientes apesar das importações de mercadorias terem caído acentuadamente [no segundo trimestre], sugerindo que uma queda acentuada nos preços à frente é improvável.”

CNN

ABC empata com o Retrô e vai precisar de combinação de resultados para não cair no Frasqueirão

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Foto: Rennê Carvalho

O torcedor do ABC vai viver uma semana de angústia até a última rodada da Série C do Campeonato Brasileiro. Na zona de rebaixamento, o time potiguar empatou em 1 a 1 neste domingo (24) contra o Retrô, na Arena Pernambuco, e vai precisar vencer o último jogo em casa no ano, além de torcer para que o Anápolis perca, para ter a chance de permanecer na Terceirona em 2026. A partida deste domingo foi marcada por uma série de gols perdidos pelo Alvinegro no fim, diante de um rival que já entrou em campo rebaixado.

A noite só não foi pior porque o ABC ainda conseguiu o empate. Quem abriu o placar foi o Retrô, aos três minutos do segundo tempo, quando Danilo aproveitou rebote do goleiro Pedro Paulo para tocar a bola para o fundo do gol. O resultado rebaixaria o Alvinegro com uma rodada de antecedência.

No entanto, o empate veio aos 45 minutos. Rafael Oller aproveitou assistência de Joãozinho e igualou o marcador. Joãozinho, inclusive, poderia ter sido o herói Alvinegro se tivesse marcado na última oportunidade do jogo, dentro da pequena área, mas bateu com a perna esquerda para fora. Essa foi uma de mais chances desperdiçadas pelo time potiguar no jogo.

Na última exibição do ano, o ABC enfrenta o Itabaiana na 19ª rodada da Série C com a missão de vencer. A partida está marcada para as 17h do próximo sábado (30) no estádio Frasqueirão, onde o ABC ainda não venceu na competição. Além disso, precisa que o Botafogo/PB derrote o Anápolis fora de casa. Um empate no outro jogo já acaba com qualquer chance de o Alvinegro permanecer na Terceirona.

Tribuna do Norte

Ações trabalhistas caminham para novo recorde após a reforma, puxado pela alta no setor de serviços

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Foto: Bárbara Cabral/TST

O número de ações na Justiça do Trabalho vem registrando um crescimento contínuo, e deve bater este ano um novo recorde desde a aprovação da reforma trabalhista, em 2017. Esse movimento vem sendo puxado principalmente pelo setor de serviços. No ano passado, esse setor respondeu por 26,6% dos processos protocolados e atingiu um recorde histórico, com 556.143 casos novos. Até 2021, era sempre a indústria que liderava esse movimento nos tribunais trabalhistas.

Em todo o ano passado, como já mostrou o Estadão, foram 2,1 milhões de ações, o maior patamar desde a reforma. O pico havia sido atingido em 2016, com 2,7 milhões de processos, número que caiu para 1,7 milhão em 2018.

E a tendência de crescimento se mantém este ano. De janeiro a junho, foram ajuizadas 1,150 milhão de ações, ante 1,044 milhão no mesmo período de 2024, incluindo todos os setores da economia. As previsões são de que os novos processos cheguem a 2,3 milhões até dezembro.

De acordo com especialistas ouvidos pelo Estadão, o aumento da participação do setor de serviços nesse movimento se explica pela própria dinâmica da economia. São atividades em alta no País, que ganharam ainda mais impulso após a pandemia de covid-19. Isso movimenta as contratações e demissões e, consequentemente, as ações na Justiça.

Porém, o que mais explica o aumento geral da judicialização, segundo os analistas, foi uma mudança que o Supremo Tribunal Federal (STF) promoveu na reforma trabalhista em 2021.

A reforma determinou que, se um empregado entrar com ação contra uma empresa e perder o processo, tem de pagar as custas de honorários da outra parte e perícias, mesmo sendo beneficiário da Justiça gratuita – ou seja, de baixa renda. O STF derrubou essa parte relativa à baixa renda em 2021, alegando que a norma dificultava o acesso aos direitos e à Justiça.

Para o advogado Paulo Peressin, sócio do escritório Lefosse, que atende empresas na área trabalhista, a decisão do STF é o principal motivo para a alta das ações, incluindo o setor de serviços. Segundo ele, a isenção do pagamento para beneficiários da Justiça gratuita em caso de derrota tira qualquer risco de um trabalhador entrar com uma ação no Judiciário – e não é tão difícil assim se beneficiar dessa Justiça gratuita.

“Hoje, um ex-empregado pode ingressar com uma ação declarando meramente que ele não tem condições de arcar com a despesa do processo e, se a empresa não conseguir demonstrar, provar por A mais B, que ele tem patrimônio, recursos e pode pagar por tudo isso, ele acaba tendo risco zero”, diz o especialista.

Rogério Neiva, juiz do Trabalho, ex-auxiliar da Vice-Presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e especialista em métodos de conciliação, também entende que a principal causa para o aumento das ações é a decisão do STF que facilitou o acesso gratuito à Justiça.

“A lógica é: eu não vou pagar para entrar com a ação; se eu perder, eu também não pago, e eu não vou pagar o advogado para entrar com a ação, pois vou dar um pedaço do resultado para ele se eu ganhar. É um sistema de incentivo à judicialização”, diz. “Projetando o resultado do ano com base em 2024, a tendência seria de fechar 2025 com cerca de 2,3 milhões de ações ajuizadas.”

Tribunal relaciona aumento de processos ao fim da pandemia

Para o Tribunal Superior do Trabalho, porém, o aumento do número de ações tem ocorrido porque houve uma queda de processos no período mais crítico da pandemia de covid-19. “Após esse biênio (em 2020 e 2021), o número retomou o patamar pré-pandemia”, disse o tribunal ao Estadão, evitando relacionar o aumento com a decisão do STF sobre a Justiça gratuita.

“A Justiça do Trabalho observa os impactos das decisões judiciais que afetam o acesso ao Judiciário. No entanto, não é possível afirmar categoricamente que a decisão do Supremo Tribunal Federal na (ADI) 5766, em 2021, teve impacto direto no volume de ações na Justiça do Trabalho”, disse o tribunal.

Ainda para o TST, a judicialização do setor de serviços está relacionada com a participação desse segmento no mercado de trabalho. “Em 2024, por exemplo, o setor teve o maior saldo de empregos (915.800, segundo o Caged) e isso se repete neste ano.”

Estadão

Agravamento de sanções a Moraes não é tarefa fácil, diz jurista americana

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Foto: Mauro Pimentel/AFP

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Paulo Figueiredo, pontas de lança virtuais das ameaças americanas contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), passaram as últimas semanas alimentando tensões nas redes sociais sobre a abrangência e a contundência das sanções contra o magistrado e o Brasil. Para Jean Galbraith, professora de direito internacional na Universidade da Pensilvânia, “apontar nomes é a parte fácil”. Ir além, no entanto, é uma história diferente.

Segundo a jurista, especialista em relações exteriores dos EUA, “a questão real é até que ponto o Tesouro e o Ofac (Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros) irão realmente aplicar essas sanções ou se estão apenas dando um alerta”.

Não que isso amenize a situação de Moraes, bastante complicada na avaliação da acadêmica. Ampliar o escopo das punições, no entanto, é assumir “um nível adicional de atitude que exigiria muito mais esforço, capital e levantaria muito mais questões legais”.

Forçar a saída do Brasil do sistema Swift de transações internacionais, por exemplo, seria um “passo agressivo demais” e faria os EUA terem que lidar com um problema bem maior do que sua disputa com o Brasil, que seria a repercussão internacional de tal ato. Ainda que sobre hostilidade nos comunicados da Casa Branca e do Departamento de EUA contra Moraes e o governo Lula, outras perseguições americanas do tipo mostram que o avanço das punições americanas é mais lento do que a retórica.

“Em tese, isso já poderia estar sendo feito contra bancos que transacionam com a juíza eslovena do TPI, mas não se vê isso”, diz Galbraith. Ela faz referência a Beti Hohler, magistrada do Tribunal Penal Internacional, sancionada pelos EUA por ter autorizado o pedido de prisão contra o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, por crimes de guerra na Faixa de Gaza.

Desde fevereiro, outros cinco juízes e três promotores da instituição, que não é reconhecida pelos EUA, se tornaram alvo do Departamento de Estado, assim como Francesca Albanese, relatora independente da ONU para a situação humanitária em Gaza. No entendimento da Casa Branca, todos são uma “ameaça aos EUA e a seu aliado Israel”.

A disputa com o TPI data do primeiro mandato de Trump, quando o problema era a investigação sobre a atuação das tropas americanas no Afeganistão. Para incluir Israel como argumento em seus decretos atuais, o presidente fez uma interpretação muito larga do IEEPA (Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, na sigla em inglês).

Em sete meses, Trump declarou nove dessas emergências e as citou em centenas de ações, de acordo com reportagem do jornal The New York Times. Uma delas foi contra o Brasil, que teve parte de seus produtos tarifados em 50% porque Trump vê o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro como uma caça às bruxas.

“Grande parte da política externa dos EUA funciona assim: temos leis aprovadas pelo Congresso que são redigidas de forma muito vaga e conferem muito poder ao presidente. O mandatário tem então muita discricionariedade em como usar ou, às vezes, abusar delas. E os abusos demoram a serem contestados; isso quando são”, afirma Galbraith.

Moraes foi alvejado por uma combinação da IEEPA com a Lei Magnitsky Global, forjada no Congresso americano para lidar com políticos corruptos e violadores de direitos humanos de outros países. A jurista vê uma leitura “muito ampla e agressiva” da lei para encaixar a atuação de Moraes contra Bolsonaro e na questão relacionada à liberdade de expressão.

Galbraith entende a punição ao ministro brasileiro como um “tiro de advertência, sendo as tarifas o verdadeiro objetivo”. Ações de verdade contra o magistrado e outros indivíduos no país exigiriam, porém, muito mais esforço e capital de uma administração já atolada em trabalho.

Trump, afinal, está em disputa política e econômica com boa parte do planeta. “Exigiria não apenas trabalho, mas governança e competência”, diz Galbraith, sugerindo que a burocracia americana está patinando em alguns departamentos.

Atores privados ameaçados de sanção deveriam esperar para ver, na avaliação da especialista. Os bancos brasileiros, por exemplo, enfrentam um dilema sem solução, espremidos no cumprimento de duas legislações conflitantes.

A avaliação fica mais complexa quando o governo Lula e Moraes entram na equação. “Acho que existem algumas questões realmente complicadas sobre o que fazer. Não é um conjunto de decisões legais, mas políticas. Não estou sugerindo que Moraes mude sua abordagem legal. É difícil porque os Estados Unidos estão exercendo poder unilateral de forma altamente questionável.”

Diferentemente do que afirmou o ministro à agência Reuters na última semana, Galbraith vê opções limitadas para Moraes nas cortes americanas. Alvos de sanções secundárias, porém, podem confrontar a abrangência das leis utilizadas para determinar as sanções.

“Uma questão é se o alcance das sanções está ou não dentro do que a Lei Magnitsky trata. Temos violações de direitos humanos que atendem a essa definição? Essa seria uma questão difícil para um tribunal”, afirma.

Outra argumentação razoável seria a de que a própria lei limita a aplicação de sanções a pessoas que ajudam o sancionado, como quem faz operações bancárias com ele. São colocadas em uma lista, mas a lei só as alcançaria se elas realmente tivessem o ajudado em atos subjacentes.

“O Tesouro dos EUA e o presidente estão interpretando a lei de forma inadequadamente ampla. Usam a incerteza e o medo que vêm junto para cumprir a missão”, diz ela.

Folha de S.Paulo

Paciente foge de hospital após cirurgia para retirada de objeto grande do reto.

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Um homem fugiu do Hospital no Mato Grosso, poucas horas após passar por cirurgia para retirada de um objeto do reto. O caso foi registrado no último sábado.

Segundo informações do registro policial, a ocorrência foi relatada por um investigador que atendeu a unidade médica. Não há detalhes divulgados sobre a motivação da fuga nem sobre o estado de saúde do paciente.

A cirurgia ocorreu no hospital localizado no município de Pontes e Lacerda, distante alguns quilômetros de Cuiabá. O procedimento foi realizado após a constatação de que havia um objeto estranho alojado no corpo do homem.

Em seguida, após receber cuidados médicos, o paciente deixou a unidade sem autorização. Dessa forma, equipes da polícia foram acionadas para registrar formalmente a fuga.

Enquanto isso, a direção do hospital não divulgou informações adicionais sobre o paciente. Além disso, não foram informados dados sobre como ele conseguiu sair da unidade médica.

Já que a polícia acompanha o caso, diligências podem ser realizadas para esclarecer as circunstâncias. Entretanto, até o momento, não há confirmação oficial de investigações em andamento além do boletim registrado.

Por outro lado, a situação chamou atenção devido à gravidade do quadro clínico que havia motivado a cirurgia. Dessa forma, a fuga pode gerar preocupação sobre possíveis complicações posteriores.

A população local aguarda novas informações das autoridades sobre o episódio. Em nota, a polícia informou que o registro foi feito e que eventuais atualizações dependerão do andamento da apuração.

Nossa.

Após discussão entre vizinhos, meliante mata pai do desafeto a tiros em Dr. Severiano, RN; Polícia Militar prendeu o homicida.

As 19:30 de domingo , 24 de agosto, um homem foi morto após uma discussão entre vizinhos no Sítio Jardim, município de Dr. Severiano, Oeste do RN.

O acusado teve uma discussão com o filho da vítima, e após o desentendimento foi até a sua residência para buscar uma arma de fogo para confrontar o seu desafeto.

Chegando ao local e não o encontrando, assassinou a pessoa de Geraldo Sombra da Silveira, pai do homem com quem havia discutido.

Policiais Militares de Dr Severiano com apoio de várias viaturas do 7º BPM , empreenderam diligências e prenderam o autor do fato, conhecido como Poroca.

O indivíduo foi conduzido a delegacia de plantão de Pau dos Ferros, para os procedimentos decorrentes. Segundo relatos de redes sociais, populares revoltados atearam fogo na casa do indivíduo preso.

Prisão.

Feminicídio choca zona rural de Florânia: mulher é morta a tiros pelo companheiro

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A tarde deste domingo (24) foi marcada por violência na zona rural de Florânia, no Seridó Potiguar. No Sítio Sebo, uma mulher identificada como Dilma foi assassinada a tiros pelo próprio companheiro, conhecido na região como “Dedezinho de Camará”.
De acordo com a Polícia Militar, o crime foi caracterizado como feminicídio, praticado dentro de um contexto de violência doméstica. “Eles viviam juntos”, confirmou um policial que atendeu a ocorrência.

Equipes médicas chegaram a ser acionadas, mas a vítima já se encontrava sem vida. Após o crime, o suspeito fugiu e segue sendo procurado pelas forças de segurança.

O corpo de Dilma será removido pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) para exames necroscópicos. A Polícia Civil assumirá as investigações, que devem esclarecer as circunstâncias, a motivação e dar início às diligências para localizar e prender o autor.

O caso volta a expor a dura realidade da violência de gênero no Rio Grande do Norte, onde o feminicídio ainda figura entre os crimes mais alarmantes registrados pelas autoridades.