Um crime de homicídio foi registrado na madrugada desta terça-feira (02), na cidade de Maranguape, Ceará.
Segundo informações, um homem foi morto a tiros durante festa na praça pública com o cantor Felipe Amorim.
Polícia Civil vai investigar o caso.
Um crime de homicídio foi registrado na madrugada desta terça-feira (02), na cidade de Maranguape, Ceará.
Segundo informações, um homem foi morto a tiros durante festa na praça pública com o cantor Felipe Amorim.
Polícia Civil vai investigar o caso.
A mulher que denunciou ter sido estuprada por 12 homens, sendo 11 policiais militares, e depois engravidado alega que os agentes ofereceram de R$ 20 a R$ 30 mil para que ela não levasse o caso às autoridades. O suposto crime aconteceu em Guarujá, no litoral de São Paulo, em julho de 2023. Imagens obtidas pelo g1, nesta sexta-feira (2), mostram conversas dela com um intermediário na ‘negociação’ dos valores.
Segundo a mulher, o estupro ocorreu após ela ser ‘dopada’ — ainda com momentos de consciência — em uma festa em uma uma casa alugada por um grupo de PMs no bairro Balneário Praia do Pernambuco. Ao g1, ela disse ter interrompido a gestação por vontade própria após o quarto mês. A PM informou ter instaurado uma sindicância para apurar a participação de agentes no crime.
Ela contou à equipe de reportagem ter sido abordada por um policial militar no WhatsApp pouco antes de interromper a gravidez. O homem não está envolvido no suposto crime, mas, por conhecer ambas as partes, agiu como um ‘intermediário’ do grupo e apresentou uma proposta para ‘comprar o silêncio’ dela.
O objetivo dos PMs envolvidos, segundo a mulher, era fazer com que ela não desse prosseguimento à denúncia à Polícia Civil revelando os nomes, o que fez em janeiro de 2024.
O primeiro boletim de ocorrência do estupro às autoridades foi registrado em dezembro de 2023, mas sem citar os policiais. Com ele, de acordo com ela, o objetivo era apenas para conseguir a aprovação para interromper a gravidez de forma legal em um hospital da capital paulista. g1
Nossa!
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) constatou denúncias por “recebimento inoportuno de ligações de oferta”, problema conhecido também como “telemarketing abusivo”, feitas a nove empresas no Rio Grande do Norte ao longo do ano de 2023. Ao todo, 90 constatações foram registradas.
Segundo a responsável do setor de atendimento do Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal (Procon Natal), Laryssa Ribeiro, a prática acontece quando “as empresas abusam do bom senso e passam a importunar o dia inteiro com ligações insistentes, oferecendo produtos ou serviços”. “Muitas das ligações sequer são completadas, algumas vezes você atende e desliga. O maior problema não é só o oferecimento [do produto e serviço], mas a abusividade das ligações”, complementa.
Os números obtidos com exclusividade pelo AGORA RN apontaram a empresa Tim como líder das reclamações, com 42 denúncias feitas. Em seguida, vem: Claro, com 22; Vivo, 17; Oi, 3; e Cabo Telecom, 2. Os últimos lugares são ocupados por Algar, Brisanet, Sky e outra empresa não especificada pela Anatel. Ambas registraram apenas uma alegação.
A situação é vista como um problema para o consumidor Alan Silva, que é estudante de jornalismo. Ele relata se sentir muito incomodado com o problema. “É péssimo. [As empresas] tiram minha paz todos os dias. E o pior é que eles me ligam praticamente todos os dias. É um DDD desconhecido. Eu já bloqueei vários números, mas eles sempre botam outros parecidos para a pessoa atender. E, quando eu vou atender, não falam mais nada”, fala.
“O volume de reclamações e o cumprimento das medidas pelas empresas é continuamente acompanhado, e nesse sentido já também foram firmados diversos compromissos para adequação de conduta, bem como foram bloqueados mais de 700 usuários por infração às normas, além de terem sido instaurados cerca de 24 (vinte e quatro) processos sancionatórios contra prestadoras e usuários dos serviços por indícios de descumprimentos às determinações da Anatel”, disse a Anatel por meio de nota encaminhada pela Assessoria de Imprensa.
A Agência relata que os problemas geraram penalidades. “Dentre os processos instaurados, R$ 28.242.060,60 (vinte e oito milhões, duzentos e quarenta e dois mil, sessenta reais e sessenta centavos) em multas já foram aplicadas”, diz.
Como denunciar?
De acordo com Laryssa Ribeiro, o consumidor pode denunciar por meio de dois métodos:
1º – Em um primeiro momento, o consumidor pode registrar a denúncia através de um link que a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) disponibiliza para cessar a importunação, o “denuncia-telemarketing.mj.gov.br”;
2º – Procurar o Procon para abertura de um processo administrativo para resolução da questão.
“No primeiro caso, o consumidor preenche o formulário eletrônico – com a data, o número de origem da chamada, o DDD e nome do atendente de telemarketing que está fazendo a importunação [se tiver] – para saber se realmente tem permissão de oferta do produto e serviço”, disse a servidora.
Também há como resolver o problema registrando a denúncia de forma presencial na sede do Procon. Nesse caso, o consumidor “tem que nos identificar quem é essa empresa que liga. Vamos falar aqui de empresas telefônicas que perturbam muito com essa oferta de serviço. Tem que se identificar. Foi Tim? Foi claro? E aí a gente consegue procurar o CNPJ dessa empresa para que o consumidor diga”, fala Laryssa. “A gente orientaria ao consumidor vindo aqui, por exemplo, tirar um print da tela com todos esses números”, complementa apontando isso como uma forma de gerar uma prova para se colocar no processo.
Jovem de 22 foi atingida no rosto no tórax e na mão após ser acusada de furto de um relógio. Suspeito ainda não foi encontrado
Uma jovem de 22 anos morreu após ter sido acusada de furtar um relógio, em Belo Horizonte. O assassinato aconteceu na noite dessa quinta-feira (1°/2), no bairro Goiânia. Jéssica Sabrine da Silva foi morta a tiros.
A jovem voltava para casa quando foi abordada por um homem, de 21 anos, em uma moto. Ele disparou diversas vezes contra Jéssica enquanto ela andava na rua, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
De acordo com testemunhas, Jéssica não tinha nenhum tipo de envolvimento com crime e era estudante. Dias antes do crime, ela havia se encontrado com o suspeito, na casa dele.
Acusação do furto de um relógio
Após o encontro, o rapaz acusou Jéssica de furtar um relógio na residência dele e passou a ameaçá-la.
A jovem foi atingida no rosto, tórax e mão direita. O corpo foi encaminhado ao IML de BH e o suspeito do crime ainda não foi localizado.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, por meio da Delegacia Especializada de Proteção da Criança e do Adolescente (DPCA/Parnamirim), informa que deu cumprimento a dois mandados de prisão em desfavor de duas mulheres investigadas por crimes de torturas, maus-tratos e violência psicológica contra uma criança e uma adolescente.
As prisões aconteceram nas primeiras horas desta sexta-feira (02), no bairro Parque das Nações, em Parnamirim, na Grande Natal. As investigadas serão levadas para audiência custódia em Parnamirim.
Na última sexta-feira (26), um boletim de ocorrência foi registrado em uma cidade do interior do RN sobre possível crime de maus-tratos contra uma criança e uma adolescente. As mulheres e mães das vítimas, que são professoras da UFRN, foram ouvidas pela autoridade policial e negaram os crimes.
Contudo, de acordo com o laudo pericial do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) e da vasta prova testemunhal, foram constatadas lesões corporais nas vítimas. O caso está sendo investigado sob sigilo pela DPCA Parnamirim e até o momento 17 pessoas foram ouvidas. Outras testemunhas poderão ser ouvidas durante as diligências policiais.
A Polícia Civil é comprometida na proteção das crianças e adolescentes vítimas, bem como com a investigação séria e dentro dos parâmetros da legislação brasileira.
Na corrida contra o tempo, já que as universidades divulgaram os calendários para efetivação das matrículas, as estudantes potiguares que sofreram mudanças com a alteração do resultado final do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) vão recorrer à Justiça para solicitar que o primeiro resultado divulgado ainda no dia 30 de janeiro seja cumprido, garantindo as vagas nos cursos em que elas foram aprovadas.
De acordo com o advogado Allyson Medeiros, que representa a família da estudante Jainy Azevedo de Araújo, de 18 anos, já foi solicitado ao poder judiciário a permanência do resultado que indicava a aprovação da jovem.
“Nós demos entrada em uma mandado de segurança buscando reaver a classificação da estudante. Contudo, apesar de ser muito difícil, nós tentamos. Hoje, a administração pública tem o direito de reaver seus atos. Na petição, citamos o INEP e a própria União Federal”, disse o advogado.
Além do mandado de segurança, o advogado informou ainda que pediu uma indenização por danos morais no valor de R$ 30 mil para a estudante, quantia que segundo o representante, serve para mostrar o interesse na aprovação, e não no valor financeiro. “Queremos mostrar ao juiz que nossa prioridade é a aprovação da estudante e não a indenização”, apontou.
Jainy Azevedo de Araújo, de 18 anos, é de Jardim do Seridó. Na primeira divulgação do Sisu, que de acordo com o MEC aconteceu por um bug no sistema, foi aprovada no curso de Medicina, em Pernambuco. Já no resultado final, a jovem ficou fora das vagas.
Um outro caso divulgado em âmbito nacional foi o da estudante Clara Letícia Pereira Leite, que também tem 18 anos. Nas redes sociais, a estudante divulgou fotos dos resultados divergentes.
Ao NOVO Notícias a estudante informou que está buscando informações com profissionais ligados ao direito para saber como recorrer o resultado.
“A gente esta pegando consultoria com alguns conhecidos que são advogados. Uma parte diz que eu só posso solicitar em relação aos danos morais, outra parte diz que eu posso entrar com um mandado de segurança. Enfim, está muito confusa as coisas ainda. A gente ainda está vendo realmente com quem que a gente vai entrar para representar nesse processo”, contou Clara.
De acordo com a nota enviada pelo Ministério da Educação ao NOVO, houve uma divulgação indevida de resultados provisórios, que ainda não haviam sido homologados, durante 25 minutos da manhã do dia 30 de janeiro. Segundo o órgão, a ocorrência está sendo apurada de forma rigorosa para averiguar o que aconteceu.
“Bonita, simpática e bom diálogo”, esses são alguns dos adjetivos que miram a jovem presa em operação da Polícia Militar na zona rural de São José do Seridó nessa quarta feira, 31.
Denise Góes Dantas tem um companheiro, principal alvo da justiça, e que agora se torna foragido. Bruno Brunni, como se intitula no web, bateu pernas quando sentiu que também seria preso.
A jovem foi alertada sobre “estar” com um “vagabundo” procurado pela justiça, mas ela recusa quaisquer tipos de sugestões no sentido do término com seu “legítimo” companheiro.
Considerada a “Miss do Tráfico de Drogas” em São José do Seridó, Denise continua presa por quatro crimes: moto adulterada, porte ilegal de arma de fogo, droga e favorecimento pessoal.
O show era de MC Pipokinha, em São Paulo, na madrugada desta quinta-feira (1/2), mas quem roubou a cena foi Andressa Urach. A modelo foi ao local do evento, subiu no palco da cantora, tirou a roupa e ainda aproveitou para dar um beijo na artista. A funkeira ainda aproveitou para passar as mãos nos seios da ex-vice Miss Bumbum.
Em vídeo que roda a internet, mostra o momento em que a modelo tira a blusa, mantendo os seios à mostra, mas com os mamilos tapados com uma fita e abaixa a saia, deixando sua calcinha visível. Em outro momento, MC Pipokinha se ajoelhou no palco e deu um beijo em Urach.
Entretanto, essas não foram as únicas ações da modelo durante o show. Ela ainda deu uma aula de como colocar um preservativo com a boca. Ela utilizou um pênis de borracha para demonstrar suas explicações. O influencer Gabriel Leão contratou MC Pipokinha para cantar em seu show e a cantora levou, de surpresa, Andressa Urach.




Nossa.
Um crime de homicídio foi registrado na noite desta quinta-feira (), no Pajuçara, zona norte de Natal, RN.
Segundo informações, um segurança participar conhecido como “Galego Bomba” foi executado a tiros na imediações da UBS local.
Autores e motivações desconhecidas.
Um desentendimento entre pai e filho, por pouco não termina em tragédia na tarde desta quinta-feira, 01 de fevereiro de 2024, na cidade de Upanema, na região Oeste do Rio Grande do Norte.
De acordo com informações da Polícia Militar, acionada para atender a ocorrência, José Brás Ribeiro, de 69 anos, se desentendeu com seu filho, Alexandre Ribeiro da Silva e durante a discussão, o idoso desferiu uma cutilada de faca peixeira na região torácica do filho.
A vítima recebeu os primeiros socorros no posto de saúde da cidade e em seguida foi transferido para o Hospital Tarcísio Maia em Mossoró. Após o crime, o idoso fugiu, mas foi preso pela Polícia Militar em Projeto de Assentamento da cidade.
José Brás foi conduzido à delegacia de plantão da Polícia Civil em Mossoró para os procedimentos cabíveis. Aos policiais militares, ele disse que o filho chegou em casa embriagado e que ele teria lhe agredido e usou a faca para se defender.