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Polícia conclui inquérito e pede prisão de aluna da USP por desvio de cerca de R$ 1 milhão de formatura

A polícia de São Paulo concluiu o inquérito sobre o desvio de cerca de R$ 1 milhão por parte da ex-presidente da comissão de formatura de uma turma de medicina da USP e indiciou Alicia Dudy Müller Veiga por apropriação indébita. A delegada responsável pelo caso pediu a prisão preventiva de Alicia.

O inquérito foi conduzido pelo 16º DP (Vila Clementino) e relatado à Justiça na última sexta-feira (27). A estudante foi indiciada por nove apropriações em concurso material. A pena para o crime de apropriação indébita é de até quatro anos.

Alicia, de 25 anos, afirmou à polícia em depoimento que usou parte do dinheiro arrecadado para a formatura em despesas pessoais, como aparelhos eletrônicos e aluguel de carro e apartamento.

Segundo a delegada Zuleika Gonzalez Araujo, titular do 16º Distrito Policial, Alicia afirma que perdeu todo o dinheiro arrecadado pelos estudantes, cerca de R$ 1 milhão. A presidente da comissão de formatura disse à polícia que teria retirado o valor que estava em poder da empresa ÁS Formaturas porque ele não estaria sendo bem administrado.

“Ela narrou que começou a sacar os valores porque começou a desconfiar da administração da empresa, que não estava tendo o rendimento que teria que ter. Sacou primeiro R$ 604 mil porque pensou que poderia investir de uma melhor forma, segundo ela alega. Começou a aplicar em instituições bancárias, começou a perder dinheiro e a se desesperar. Ela acabou retirando todo o valor e resolveu fazer apostas em loteria”, contou a delegada ao narrar o relato de Alicia.

A delegada afirma ainda que a versão apresentada pela estudante à comissão de formatura, de que teria retirado a quantia para fazer investimentos em instituições financeiras, não procede.R7

Sem pagamento, associação recomenda que policiais se abstenham de tirar diárias operacionais

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A Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do RN (ACSPMRN), segue denunciando a falta de pagamento das diárias operacionais referente aos meses anteriores, bem como, a falta de uma previsão objetiva de uma data para o respectivo pagamento.

Nesse contexto, a entidade recomenda aos seus associados que se abstenham de tirar as diárias operacionais enquanto perdurar o inadimplemento do pagamento das diárias operacionais vencidas.

A Associação destaca que a diária operacional é tirada voluntariamente pelos policiais militares sacrificando o seu já escasso período de descanso, o que é feito visando prover um melhor conforto financeiro ao planejamento familiar dos militares.

Boa parte do serviço diário da Polícia Militar é feito com base no policiamento extraordinário pago com diárias operacionais, o que fica mais significativo no período da operação verão, e que a falta desse policiamento compromete a sensação de segurança da população potiguar.

A entidade reforça a cobrança junto ao governo do Estado que honre os compromissos financeiros com os policiais militares que saem diariamente às ruas arriscando suas vidas para prestar segurança à população.

Por Ismael Sousa

Pai de Gabriel, do BBB 23, sobre polêmicas com Bruna: “Apenas pronunciamentos oficiais”

O pai de Gabriel Fop, do BBB 23, foi procurado pela Quem para falar sobre as acusações sobre o filho de que estaria tendo um relacionamento abusivo com a atriz Bruna Griphao. Na noite de domingo (22), dia de formação do paredão, Tadeu Schmidt alertou a casa sobre o assunto.

Em resposta para a Quem, o representante da indústria farmacêutica Daniel Henrique Guarino Tavares, pai de Gabriel, respondeu que todo pronunciamento envolvendo o filho será feito pelas redes sociais oficiais do participante do Big Brother Brasil.

“Eu agradeço seu interesse, mas não quero me manifestar. Nós, enquanto família, optamos apenas por fornecer pronunciamentos oficiais através das redes sociais do próprio Gabriel. Agradeço a compreensão”, disse Daniel.

Mais cedo Paulo ‘Kakau’ Orphao, pai de Bruna Griphao, usou suas redes sociais para falar mais uma vez sobre o relacionamento da filha com Gabriel.

“Bruna insiste em normalizar o que não é normal! Fica cega ou pior: não quer ver! Bruna precisa de ajuda, de cuidados que façam ela não achar normal esse tipo de atitude. Você que aponta o dedo com certeza é uma mulher abusada ou um abusador. Ou simplesmente é desprovido de empatia. Peço a Deus que Gabriel aprenda com seus erros e nunca mais ache normal a atitude que ele teve, na real ele precisa de ajuda também”, escreveu.

Os dois começaram a se relacionar logo na primeira festa da edição, na última quarta-feira (18), e desde então internautas passaram a pontuar comportamentos de Gabriel com Bruna considerados abusivos. Na edição da noite do domingo (22), antes da formação do paredão, o apresentador Tadeu Schmidt alertou o casal e todo o elenco sobre os comportamentos preocupantes de Gabriel com a atriz.

O assunto repercutiu fora e dentro da casa, onde brothers e sisters discutiram o assunto depois do programa e ao longo do dia. Bruna chegou a chorar e relembrar outros relacionamentos abusivos que teve no passado, chegando a afirmar que, para ela, Gabriel era “um príncipe” perto de outros namorados que teve, e que tinha dificuldade de ver padrões tóxicos por conta disso.

Idosa sofre lesão na cabeça em acidente envolvendo motorista embriagado no RN

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Um acidente grave marcou a noite de domingo (29), na RN 013, que liga Tibau a Mossoró: um motorista embriagado, dirigindo uma Hilux, bateu forte na traseira de um Kia Sportage. E tem mais: após o acidente, ainda tentou fugir sem prestar socorro.

Na Hilux, havia um casal. O condutor, segundo testemunhas, apresentava sinais de embriaguez e tentou fugir do local do acidente. Só não conseguiu porque após andar cerca de 1km o veículo não teve mais condições, obrigando o motorista a parar.

Já o Kia Spotage, transportava uma idosa e seu filho, que fez o teste do bafômetro e nada foi constatado. Com a colisão, o Kia Sportage teve o seu eixo traseiro quebrado e acabou descendo o acostamento da estrada, dando perda total ao veículo.

A idosa que estava no veículo foi socorrida pelo SAMU após sofrer lesão na cabeça. O seu filho que estava conduzindo o veículo teve apenas escoriações leves.

Com informações do Blog de Gustavo Negreiros e Mossoró Notícias.

 

Procura-se carro com placa de Carnaubais roubado em Alto do Rodrigues

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Este carro tipo gol de cor branca com placa MXD 1978, Carnaubais-RN, foi roubado no sábado à noite, na cidade de Alto do Rodrigues.

O proprietário pede que se alguém souber informações sobre o veículo entre em contato e ajude a recuperar este veículo que está fazendo muita falta para seu verdadeiro dono.

Deputado venezuelano diz que yanomamis desnutridos vieram de seu país para o Brasil

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Deputado venezuelano diz que yanomamis desnutridos vieram de seu país para o Brasil
Deputado na Assembleia Nacional da Venezuela, Romel Guzamana afirmou em postagem em uma rede social que indígenas da etnia yanomami com sinais de desnutrição no Brasil são refugiados da fome no país vizinho que cruzaram a fronteira.

A versão, pendente de confirmação, vem sendo difundida por opositores do regime do ditador Nicolás Maduro.

“Denuncio a grave desnutrição de nossos irmãos indígenas yanomamis do estado Bolivar. Cruzaram ao Brasil em busca de comida, outra violação aos direitos humanos indígenas por culpa do regime de Maduro”, escreveu ele, que é do partido Vontade Popular, o mesmo do líder oposicionista Juan Guaidó. Na postagem, ele incluiu a foto de uma idosa yanomami que morreu por desnutrição no último domingo (22).

Indígena da etnia baniva, Guzamana é um dos representantes da região amazônica na Assembleia e também integra o Parlamento Amazônico.

Ao Painel, ele disse que os yanomamis venezuelanos têm relações de parentesco com indígenas brasileiros.

“Os índios não têm fronteiras. Na Venezuela não têm sustento, alimentos, remédios. Muitos vieram ao Brasil em busca da sobrevivência”, diz ele, que afirma ter obtido relatos de indígenas na região amazônica para difundir esta versão.

Folha de S. Paulo

Relatos de cegueira levam Anvisa a proibir venda de pomadas capilares

Após relatos de clientes com diversos problemas de saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a restrição e o recolhimento de pomadas capilares para modelar tranças. Ao todo, 11 pomadas modeladoras estão com a venda suspensa para que a haja investigação das substâncias contidas nesses produtos e as marcas possam regularizá-las.

Tricologista Rosi Ribeiro conversa com a Agência Brasil sobre o uso de pomadas capilares e os perigos de alguns cosméticos – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Segundo a tricologista e cabeleireira Rosi Ribeiro, os efeitos negativos com o uso das pomadas capilares podem ser sentidos tanto pelo profissional que aplica o produto quanto pelo cliente. Os relatos são de coceira e vermelhidão nos olhos, irritação na pele, inflamação no folículo capilar e até cegueira provisória. Há casos em que o uso reiterado da pomada pode levar ao entupimento do folículo e à queda do cabelo.

“Houve um caso em que a cliente usou trança durante três meses, o cabelo caiu e o folículo fechou. Em vez de retirar a trança, ela refez o penteado. O maior problema é que, com fechamento desse folículo, o cabelo não nasce mais”, contou a profissional.

Informação
A pomada é um cosmético geralmente usado para fixação de penteados. De acordo com a tricologista, substâncias conservantes permitem validade maior do produto, mas podem causar efeitos adversos nos usuários. Esses problemas surgem após contato do produto com água, que faz a pomada escorrer pelo rosto e os olhos. Para Rosi Ribeiro, a melhor forma de prevenção de efeitos negativos é a informação.

“Há um mito de que a mulher precisa sofrer para ficar bonita, mas isso não é verdade. O essencial é ter informação”, disse. “Atualmente, cada um pode fazer seu produto. Vai ao laboratório e faz um produto sem controle de quantidade desses conservantes e coloca em excesso. Não é que as substâncias não podem ser usadas, mas que devem seguir regras específicas e com a possibilidade de enxague – o que não acontece atualmente. Assim, as pessoas precisam saber quais são as substâncias que podem provocar riscos à saúde”, explicou.

De acordo com a Anvisa, os produtos são alvo de investigação por parte da própria agência reguladora e dos órgãos de Vigilância Sanitária locais devido a relatos de pacientes sobre a ocorrência de eventos adversos graves após o uso. Todos esses produtos podem oferecer risco à saúde.

A Anvisa explica que a interdição das pomadas é uma medida cautelar que visa proteger a saúde da população e que permanece vigente enquanto são realizados testes, provas, análises ou outras providências são requeridas para investigação mais aprofundada do caso.

O que fazer se tiver adquirido o produto
No caso de o consumidor ter um dos produtos em casa, a recomendação é que não o utilize e entre em contato com a empresa para verificar a forma de devolução.

Se o produto já tiver sido usado, em caso de qualquer efeito adverso, o conselho da agência é procurar imediatamente o serviço de saúde e informar a Anvisa pelas páginas de cidadão e profissional que maneja o produto ou de empresas e profissionais da saúde.

De acordo com a tricologista, a instrução é que os clientes procurem produtos com base em substâncias naturais, sem conservantes e por consequência, com validade curta.

“Há uma carência de informação na área de cachos e cabelos afro. Profissionais precisam entender que é possível o serviço ser feito com a mesma qualidade, sem até mesmo o uso da pomada”, afirmou. “Muitas pessoas optam por determinadas opções pelo preço, mas a recorrência de produtos muito mais baratos, sem nenhuma regulamentação, a curto prazo. Só que a longo prazo, ou até médio prazo (de 3 a 6 meses), a pessoa pode ter uma calvície permanente”, explicou.

Segundo Rosi Ribeiro, os efeitos negativos da pomada podem impactar na autoestima das mulheres. “O uso desses produtos pode levar a uma calvície permanente e isso vai abalar psicologicamente a sua autoestima, sua parte física, além de levar a gastos com diversos profissionais como dermatologistas e psicólogos”, apontou.

Rosi Ribeiro diz o grande problema é falta de informação Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Atendimento social
Rosi Ribeiro conduz o projeto social Alisa não, mamãe, uma iniciativa gratuita para ajudar a família a cuidar dos cabelos crespos e cacheados dos pequenos. Voltado para crianças de dois a 14 anos, a proposta é ensinar técnicas para cuidar dos cabelos crespos e cacheados. A profissional avalia o cabelo das crianças e orienta sobre as possibilidades de cuidar do cabelo sem danificá-lo.

Relato
A influenciadora digital Bielle Elizabeth contou em sua conta no Instagram a experiência com uma pomada capilar e o susto ao ficar temporariamente sem a visão. A pomada modeladora usada para fixar penteado no cabelo, caiu nos olhos em virtude de uma chuva.

Influenciadora Bielle Elizabeth teve cegueira temporária após uso de pomada capilar. – Reprodução Instagram

“Usei a pomada para poder finalizar o baby hair, porque é isso que a gente faz. É uma coisa normal, não tem culpado a não ser a marca da pomada que não tem as indicações corretas para deixar circular no mercado”, disse. “Usei a pomada e fui para um evento, eu estava fazendo a publicidade, e choveu. Peguei chuva e automaticamente a pomada escorreu e veio nos meus olhos. Na mesma hora, tive reação”, acrescentou.

Com fortes dores nos olhos e sem enxergar, Elizabeth foi recuperando a visão gradualmente após ter sido socorrida e medicada em um pronto-socorro.

“Quem aqui já não deixou um pingo de shampoo cair no olho ao lavar o cabelo no banho? É a regra ficar cego por isso? Não. O mesmo pensamento deve ser aplicado para a pasta modeladora. É de uma extrema irresponsabilidade e covardia culpar as vítimas. Choveu, suou. Algo natural, que em nenhum momento deve ser colocado em xeque para justificar um produto que cause dor ao cliente”, disse. “Uma irritação é aceitável até e na exceção. Mas o que estamos vendo aqui é a regra de apenas um dia 140 pessoas tendo reações a um produto que tem em sua química o poder de cegar uma pessoa”, completou.

Abaixo-assinado anti-Pacheco passa de 600 mil nomes em apenas três dias

O abaixo-assinado “Pacheco não” se aproxima das 600 mil assinaturas, após menos de três dias desde a criação. O documento, publicado na plataforma Change.org, tem manifesto contra a recondução de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) à Presidência do Senado. A petição diz ser contra o senador “pois ele se rendeu a Lula” e que “Lula é Pacheco, Pacheco é Lula e o Brasil é #PachecoNão!”. Os 81 senadores definem o presidente.

O abaixo-assinado também destaca função única do Senado, que parece “esquecida” por Pacheco: fiscalizar o Supremo Tribunal Federal.

Pouco depois de ser criado, em menos de 24 horas, a petição contra Pacheco já tinha registrado quase 400 mil assinaturas.

A mobilização online contra a reeleição de Pacheco também ganhou as redes sociais. No Twitter, a #PachecoNão já atingiu milhões de contas.

Diário do Poder

Homem encontra pintura coberta por fezes de pássaros, paga R$ 3 mil e fatura R$ 15 milhões em leilão

Uma vez abandonada em um galpão de fazenda, uma pintura redescoberta do barroco pintor belga Anthony van Dyck foi vendida por mais de US$ 3 milhões em um leilão, equivalentes a cerca de R$ 15 milhões.

A peça encontrada foi um estudo para uma pintura posterior produzida pelo mestre flamengo chamada “São Jerônimo”. A pintura final está atualmente no Museu Boijmans van Beuningen em Rotterdam, na Holanda.

O estudo, que retrata um homem mais velho nu sentado em um banquinho, é único por alguns motivos, de acordo com a descrição da sociedade de vendas por leilão Sotheby’s.

É um dos dois únicos grandes estudos que van Dyck criou a partir de modelos vivos. Provavelmente foi pintado entre 1615 e 1618, de acordo com a Sotheby’s, enquanto van Dyck era um jovem artista que trabalhava ao lado de Peter Paul Rubens na Antuérpia.

A pintura a óleo também tem uma proveniência inesperada. O estudo só recentemente foi identificado como uma obra de van Dyck, disse a Sotheby’s em um comunicado compartilhado com a CNN. A peça foi descoberta no final do século 20 em um galpão de fazenda em Kinderhook, Nova York, coberta em excrementos de pássaros.

“A pessoa que o encontrou, Albert B. Roberts, era um colecionador apaixonado de peças “perdidas”, descrevendo sua coleção como ‘um orfanato para arte perdida que sofreu negligência’”, disse a casa de leilões.

Roberts comprou a pintura abandonada por apenas US$ 600, cerca de R$ 3 mil, de acordo com a Sotheby’s.

Mas logo depois, a historiadora de arte Susan J. Barnes publicou um artigo no qual reconheceu a peça como uma obra “surpreendentemente bem preservada” de van Dyck.

A pintura foi vendida por US$ 3,1 milhões na última quinta-feira (26) – equivalentes a R$ 15,84 milhões

A obra foi oferecida à Sotheby’s pelo espólio de Roberts e uma parte dos lucros beneficiará a Albert B. Roberts Foundation, que fornece apoio financeiro a artistas e outras instituições de caridade, de acordo com a casa de leilões.

O estudo foi vendido como parte da venda “Master Paintings Part I” da Sotheby’s Thursday , que também incluiu obras de Agnolo Bronzino, Titian e Melchior de Hondecoeter.

CNN Brasil

Polícia Militar registra dois homicídios em intervalo de 24 horas em Afonso Bezerra na região Central Potiguar.

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Dois homicídios foram registrados pela Polícia Militar, na cidade de Afonso Bezerra, na região Central do Rio Grande do Norte. Os crimes ocorreram em intervalos de 24 horas, sendo que o primeiro ocorreu na noite de sexta feira (27), e teve como vítima um homem identificado como, Valdemir Silva dos Santos, o “Bibi” 34 anos de idade.

O mesmo foi alvejado com disparos de arma fogo, em via pública em uma rua projetada e morreu na hora. O copo dele foi recolhido pela equipe pericial e encaminhado para exames na Unidade do ITEP de Mossoró. Ainda não informações sobre a motivação do crime, mas a polícia informou que a vítima já havia sido presa por prática de furtos na cidade.

O outro homicídio aconteceu na noite de sábado (28) na localidade denominada de Canto Grande na zona rural do município. A vítima foi um homem identificado até o momento como “Maikon”. Ele foi baleado quatro vezes, não resistiu e morreu no meio da rua.

O corpo dele foi recolhido pelos profissionais de perícia criminal do ITEP e encaminhado para exame necroscópico em sua base na cidade de Mossoró. Ainda não informações sobre a motivação para o crime. A Polícia Civil vai investigar os dois crimes. fim da linha