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Carro despenca em represa após acidente em Itajá; mulher é socorrida ao HRTM em Mossoró, RN.

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Na manhã desta segunda-feira 01 de agosto e 2025, um grave acidente foi registrado em Itajá, na região do Vale do Açu.

De acordo com relatos, um homem identificado pelo apelido de “Burrão” trafegava em um Ford Fiesta em direção ao bairro São Manoel, quando perdeu o controle do automóvel na área do açude. O veículo colidiu contra a mureta de proteção da passarela e acabou caindo dentro da represa.

Além do condutor, sua esposa, Anikelle, também estava no carro. Ela precisou ser atendida por uma equipe do SAMU e foi transferida em estado de saúde não informado para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró. Focoelho

Saiba quem é a “Musa do Tráfico”, jovem presa por liderar tráfico de drogas.

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Uma jovem de 24 anos identificada como Beatriz Leão Montibeller Borges, a “Musa do Tráfico”, foi presa na última sexta-feira (29) suspeita de liderar o tráfico de drogas no Paraná. Foragida de Piraquara, na Grande Curitiba, há seis meses, a mulher foi encontrada em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

Estudante de veterinária e natural de Piraquara, Beatriz era a namorada de um dos líderes da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) no Paraná. Quando o namorado foi preso, a jovem teria assumido o controle financeiro da operação e, enquanto o parceiro comandava o tráfico de dentro da prisão, ela liderava do lado de fora.

Entretanto, a “Musa do Tráfico” levava uma vida completamente normal, mesmo foragida. Com um perfil ativo nas redes sociais, Beatriz compartilhava a rotina, que contava com estadias em hotéis de luxo, roupas caras e treinos frequentes na academia.

“Musa do Tráfico” estava foragida há seis meses

De acordo com a Polícia Civil do Paraná (PCPR), Beatriz foi considerada foragida após uma operação da PCPR em março, com 13 mandados de prisão preventiva e 22 mandados de busca e apreensão. Entretanto, a “Musa do Tráfico” não foi encontrada.

Em conjunto com a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), a jovem foi localizada em um apartamento de luxo e detida. Ela deve ser transferida para Curitiba ainda hoje.

Presa.

Após vídeos íntimos vazados, influenciadora baiana volta à web e explica perfil no Privacy.

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A influenciadora Jennifer Gomes, de Salvador, voltou às redes sociais nesta quinta-feira (28) para denunciar um golpe envolvendo vídeos íntimos seus que foram vazados após o furto de seu celular.

Segundo ela, criminosos criaram um perfil falso em uma plataforma de conteúdo adulto, utilizando as imagens que já haviam sido divulgadas ilegalmente, e passaram a vender o material como se fosse dela.

“Gente, eu não sou garota de programa. Nada contra, cada um com seu corre, mas eu não me vendo. Então, parem de cair nesses golpes. Não sou eu e não me interesso em fazer [divulgação de material adulto]”, afirmou Jennifer em publicação feita para seus mais de 35 mil seguidores.

O assalto
O crime ocorreu na madrugada do último sábado (23), no bairro do Imbuí, quando Jennifer voltava da casa da mãe em uma corrida de aplicativo. A influenciadora contou que foi surpreendida por um homem armado em outra motocicleta, que a obrigou a entregar o celular e a senha do aparelho.

“Ele colocou a arma em mim, pediu a senha e acabou expondo tudo isso que vocês estão vendo… Não sou a primeira e nem a última”, relatou.

Jennifer explicou que, antes do assalto, a mãe havia aconselhado que ela não saísse de casa, já que a corrida demorou 22 minutos a mais do que o previsto. Ainda assim, decidiu seguir viagem porque queria retornar para sua residência.

Apesar da exposição, ela disse estar recebendo apoio da família: “Me sinto envergonhada, sim, porque é algo pessoal meu e do meu marido. Inclusive, ele está me dando muito apoio nisso”

Fraquinha.

PRF inicia operação para mapear pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes

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A Polícia Rodoviária Federal dá início, neste mês, à Operação Nacional de Mapeamento de Pontos Vulneráveis à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes às margens das rodovias federais.

A ação integra o Projeto Mapear, iniciativa estratégica da PRF que percorre toda a malha viária federal para identificar locais de aglomeração de pessoas e ambientes que possam favorecer a ocorrência desse tipo de crime.

Por meio de uma metodologia própria, desenvolvida pela instituição, cada ponto levantado será analisado e classificado em quatro níveis de risco: baixo, médio, alto ou crítico. Essa classificação permite direcionar com maior precisão as políticas públicas, as ações de fiscalização e o trabalho integrado com órgãos de proteção e garantia de direitos.

O Projeto Mapear tem caráter preventivo: ao identificar previamente os locais mais vulneráveis, busca-se impedir que a exploração sexual de crianças e adolescentes aconteça, garantindo maior proteção à infância e à juventude nas rodovias brasileiras.

Com esta operação, a PRF reforça seu compromisso com a defesa da vida, a promoção dos direitos humanos e o enfrentamento de todas as formas de violência contra crianças e adolescentes.

Globo avisa que Willian Bonner vai deixar o JN nesta segunda feira, 1º

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Nesta segunda-feira (1º), dia em que o Jornal Nacional comemora seus 56 anos, a edição de aniversário será marcada também pelo anúncio da despedida de William Bonner, o âncora com mais tempo à frente da bancada do JN. São 29 anos como apresentador e 26 anos acumulando também a função de editor-chefe. William ficará no comando do telejornal até 3 de novembro, quando César Tralli assumirá o posto de âncora ao lado de Renata Vasconcellos.

Como editora-chefe do JN, assumirá a atual editora-chefe adjunta do JN e parceira de Bonner há seis anos nesta função, Cristiana Sousa Cruz. E, a partir do ano que vem, William Bonner se juntará à Sandra Annenberg na apresentação do Globo Repórter.

Para estar à frente do Jornal Hoje, foi convidado Roberto Kovalick, e Tiago Scheuer passará a comandar o Hora Um, abrindo o dia com as primeiras notícias.

Há cerca de cinco anos, a Globo e o apresentador e editor-chefe do JN vêm trabalhando juntos e construindo a sua substituição e troca de função. Bonner manifestou desejo de abrir mão de funções executivas e da atuação no jornalismo diário para ter mais tempo para sua família e atividades pessoais.

Morre menina vítima de disparo na cabeça durante atentado na zona Norte de Natal

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Identificada como Anny Lavínia Salvino Alves, a menina de seis anos que foi baleada na cabeça durante um assassinato registrado na zona Norte de Natal, morreu no sábado (30) após ficar internada na UTI do Hospital Walfredo Gurgel.

A criança estava em coma e recebia acompanhamento de familiares, além da equipe médica do hospital. Anny Lavínia foi baleada durante o homicídio de seu pai, Airton Silva e Alves, de 42 anos na noite de quinta-feira (28) no bairro de Nossa Senhora da Apresentação. O crime foi cometido dentro da casa dele.

De acordo com a Polícia Civil, Airton acumulava dívidas com agiotas, o que indica uma possível motivação para o crime. O caso segue em investigação.

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CAICO CIMENTO 27 10 23 meio

‘Golpe imaginado’: entenda os argumentos de Bolsonaro e outros 7 réus contra pedido de condenação no STF

Na foto, da esquerda para direita os oito réus do núcleo crucial da trama golpista: Jair Bolsonaro, Braga Netto, Anderson Torres, Paulo Sérgio Nogueira, Mauro Cid, Almir Garnier, Alexandre Ramagem e Augusto Heleno
– Foto: Ton Molina/Antonio Augusto/STF

As defesas dos oito réus do núcleo central, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), negam a prática dos crimes dos quais são acusados na trama golpista e pedem a absolvição de todas as acusações em suas alegações finais. O documento foi apresentado na ação penal que será julgada a partir de terça-feira, 2.

O grupo é composto por aqueles apontados pela Polícia Federal (PF) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como os principais líderes da conspiração, que tinha como objetivo reverter o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A PGR requisita a condenação de todos os acusados por cinco crimes:

organização criminosa armada (art. 2º, caput, §§2º, 3º e 4º, II, da Lei n. 12.850/2013);
tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal);
golpe de Estado (art. 359-M do CP);
dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima (art.163, parágrafo único, I, III e IV, do CP);
deterioração de patrimônio tombado (art. 62, I, da Lei n. 9.605/1998).
O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) é a exceção. Com base na imunidade parlamentar, ele conseguiu, por meio de uma votação na Câmara, a suspensão do processo em relação aos crimes alegadamente cometidos após sua diplomação.

Veja abaixo o que disse a defesa de cada um dos oito réus:

Jair Bolsonaro

Em um documento de 197 páginas, a defesa de Bolsonaro classificou as acusações do procurador Gonet como “absurdas” e um “golpe imaginado”. Os advogados argumentaram que não há provas suficientes para vincular o ex-presidente diretamente ao núcleo da trama golpista.

Os advogados não contestaram, por exemplo, o testemunho do general Freire Gomes, ex-comandante do Exército, que disse ter alertado Bolsonaro para não assinar qualquer ato que significasse uma ruptura democrática. No entanto, os advogados argumentaram que a situação não passou de “cogitação”.

“Ao fim, e conforme será adiante demonstrado, estas conversas – ou “brainstorm”, para usar a descrição da principal testemunha da acusação – não passaram, quando muito, de cogitação. Não existe prova que retire o tema deste espaço distante e dissociado de qualquer ato de execução”, disseram os representantes do ex-presidente.

A defesa ainda solicitou a anulação do acordo de delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente que forneceu detalhes sobre a trama golpista. Entre os pontos questionados está, por exemplo, a alegação de que existiria um plano para assassinar o ministro Alexandre de Moraes.

“O texto que previa apenas a prisão do ministro Alexandre de Moraes também não existe; nunca foi encontrado”, argumentaram os advogados. De acordo com a defesa, Bolsonaro na verdade ordenou a transição de governo e não um golpe, concluindo que “não há como condená-lo com base na prova produzida nos autos”.

Mauro Cid

A defesa de Mauro Cid solicitou sua absolvição, alegando que ele atuou como observador e testemunha, e não como participante dos fatos que delatou. Caso a absolvição seja negada, o advogado pede o reconhecimento da efetividade de sua delação premiada nas apurações acerca da trama golpista e, em troca, uma pena mínima de dois anos.

“Pondere-se que dentro de um quadro de dezenas de acusados, ninguém teve a coragem de Mauro Cid. Isolou-se, perdeu aqueles que considerava seus amigos, a convivência em sociedade, o exercício de sua profissão, foi e continua sendo taxado de traidor”, argumentou a defesa.

Braga Netto

Negando qualquer participação do general da reserva Walter Braga Netto em planos golpistas, a defesa do candidato a vice na chapa de Bolsonaro em 2022 também questionou a delação de Mauro Cid, afirmando que o ex-ajudante de ordens foi “obrigado a mentir”. No documento, Braga Netto, que está preso preventivamente desde dezembro do ano passado por obstrução de Justiça, pede a nulidade do processo e a absolvição por todos os crimes que é acusado.

Em diversos trechos, os advogados classificam Cid como mentiroso, rejeitando suas declarações e afirmando que o general não conhecia o plano “Punhal Verde e Amarelo” nem teria financiado qualquer ação contra a ordem democrática. A peça afirma ainda que Alexandre de Moraes é parcial.

“Não há, para além da palavra de um delator reconhecidamente mentiroso, qualquer elemento de prova que demonstre que o Gen. Braga Netto tenha tomado ciência, elaborado ou financiado qualquer operação clandestina com intuito golpista”, afirmou a defesa nas alegações finais.

Augusto Heleno

De acordo com a defesa do general da reserva do Exército Augusto Heleno, ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), as evidências reunidas no processo “afastam qualquer hipótese de protagonismo” dele na trama golpista.

Em sua argumentação, os advogados argumentaram que “uma análise detida dos fatos narrados na denúncia revela que a conduta do general Heleno, então Ministro do GSI, foi meramente acessória e periférica em relação ao núcleo organizacional, não havendo elementos que indiquem relevância causal de sua atuação para o êxito da empreitada criminosa”.

A defesa sustentou ainda a inexistência de provas concretas sobre o envolvimento de Heleno e classificou como “leviana” qualquer tentativa de vinculá-lo à organização dos atos de 8 de janeiro de 2023, pedindo sua absolvição por todos os crimes apontados pela PGR.

Anderson Torres

Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e secretário de Segurança do Distrito Federal durante os ataques de 8 de janeiro, teve sua absolvição requerida pela defesa, que afirmou não haver crimes cometidos por ele.

Um dos pontos centrais contestados foi a “minuta de golpe” apreendida em sua residência pela Polícia Federal, descrita pela acusação como prova crucial. Segundo os advogados, trata-se de um documento “apócrifo” que permaneceu em seu poder por descuido, sem qualquer relevância jurídica.

As alegações finais argumentam que “o texto afrontava os pressupostos constitucionais do Estado de Defesa, não fazia sentido jurídico e jamais poderia ser levado a sério por qualquer jurista. Sua presença isolada, sem atos subsequentes de circulação, deliberação ou articulação, não autoriza qualquer presunção de dolo”.

A defesa também negou qualquer omissão intencional de Torres durante os atos antidemocráticos em Brasília, quando apoiadores de Bolsonaro invadiram e deprederam as sedes dos Três Poderes.

André Ramagem

Negando que o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), tenha ordenado a vigilância ilegal de ministros do STF e adversários políticos de Jair Bolsonaro, sua defesa requereu a absolvição do parlamentar. Além disso, argumentou que Ramagem deixou o governo Bolsonaro antes de ‘recrudescimento’ golpista.

Os advogados também afirmaram que não há evidências de que ele tenha autorizado o uso da estrutura da agência para fins golpistas, acrescentando que eventuais ilegalidades cometidas por funcionários não implicam responsabilidade direta do então diretor.

“Alexandre Ramagem não pode ser responsabilizado por cada ato praticado no âmbito da Abin durante sua gestão, com base no simples fato de que era o diretor-geral do órgão, salvo se se admitisse eventual responsabilização por culpa”, disse a defesa nas alegações finais.

Paulo Sergio Nogueira

Solicitando a absolvição do general Paulo Sergio Nogueira, ex-ministro da Defesa de Bolsonaro, a defesa sustentou que o militar atuou “ativamente” para impedir um golpe de Estado. Segundo os advogados, Nogueira aconselhava o ex-presidente a aceitar os resultados eleitorais e rejeitava medidas excepcionais.

“Consoante extrai-se da prova dos autos, o general Paulo Sérgio é manifestamente inocente tendo atuado ativamente para evitar a realização de um golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito”, alegaram seus representantes ao STF.

Almir Garnier

A defesa do almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha, negou em suas alegações finais que ele tenha disponibilizado tropas a Bolsonaro e requereu sua absolvição.

Os advogados alegaram supostas inconsistências entre os testemunhos do general Freire Gomes, ex-comandante do Exército, e do brigadeiro Baptista Júnior, ex-comandante da Aeronáutica, que caracterizaram Garnier como favorável a uma ruptura institucional.

Conforme argumentado pela defesa “apenas Baptista Júnior afirma que Garnier teria colocado tropas à disposição. Freire Gomes, que estava presente nas reuniões, afirmou apenas que ele teria se colocado ‘com o presidente’, porém no sentido de respeito hierárquico”. A tese sustenta que a contradição deve “ser resolvida a favor do réu”.

Portal Terra

Estupro e tráfico: quem era o sertanejo morto a tiros

Foto: Reprodução
O cantor sertanejo Iuri Gomes Oliveira Ramires, conhecido como Yuri Ramirez, 47, foi morto com oito tiros no último sábado (30/8), dentro da casa onde vivia no bairro Santa Emília, em Campo Grande (MS). O artista havia deixado a prisão há menos de um mês e cumpria prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica. Ele tinha passagens por tráfico de drogas e estupro.

Natural de Campo Grande, Yuri iniciou a carreira musical na adolescência, influenciado pelo rock, e depois migrou para o sertanejo. Em 2020, formou uma dupla e, mais tarde, seguiu carreira solo. Em entrevista à TV Morena, disse compor de três a quatro músicas por semana, acumulando cerca de 240 canções inéditas, entre elas Boca Errada e Novo Engano.

Apesar da carreira artística, sua trajetória foi marcada por crimes. Em 2018, foi preso em Goiânia usando documento falso enquanto estava foragido da Justiça. Já havia sido detido pela Polícia Federal com 20 quilos de droga. Segundo a Polícia Civil de Goiás, ele era ligado a uma facção criminosa e considerado um dos principais traficantes de drogas e armas da Região Noroeste, responsável pela venda de cerca de 800 quilos de maconha do Paraguai e contrabando de armas.

No dia do crime, dois homens armados invadiram a residência. Eles se apresentaram como policiais a uma mulher que morava no local e, em seguida, encontraram Yuri em outro cômodo, onde efetuaram os disparos. A perícia recolheu 12 cápsulas de pistola na cena.

A motivação ainda está sob investigação. O caso foi registrado como homicídio qualificado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol.

96FM

OBESIDADE INFANTIL: um em cada três adolescentes de 10 a 19 anos no RN tem excesso de peso

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Foto: Ministério da Saúde

Um em cada três adolescentes de 10 a 19 anos no Rio Grande do Norte tem excesso de peso. O dado faz parte de um levantamento da ImpulsoGov, feito a partir do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), que mostra a evolução do sobrepeso e da obesidade em crianças e adolescentes no Brasil entre 2014 e 2024.

No estado, 35% dos adolescentes estavam acima do peso em 2024, contra 25% em 2014. O aumento foi de dez pontos percentuais em uma década, colocando o RN entre os estados que mais cresceram no período, ao lado de Rondônia e Ceará.

Na capital, Natal, 36,4% dos adolescentes têm excesso de peso, o que representa 4.927 jovens nessa condição. O percentual supera tanto a média estadual quanto a nacional, que foi de 32% em 2024.

Em Parnamirim, o índice é de 35,3%, com aproximadamente 1.302 adolescentes acima do peso. Já Mossoró registra 37,5%, equivalente a 1.964 adolescentes.

Em cidades menores, como Acari, o percentual chega a 37,7%, enquanto em Assú é de 33,0%. O levantamento mostra que, apesar de diferenças entre municípios, o excesso de peso atinge todas as regiões do estado.

Municípios do RN com maiores índices de obesidade adolescente

Augusto Severo – 53,8%
São José do Seridó – 51,5%
Ouro Branco – 48,2%
Santana do Matos – 46,4%
São Rafael – 45,6%
Timbaúba dos Batistas – 45,3%
Pendências – 45,2%
Tibau – 45,0%
São Fernando – 44,8%
Felipe Guerra – 44,7%
Lajes Pintadas – 44,5%
Carnaúba dos Dantas – 43,8%
Tenente Laurentino Cruz – 43,2%
Jardim de Piranhas – 43,1%
Umarizal – 43,1%
Paraú – 42,5%
Ipanguaçu – 42,1%
Governador Dix-Sept Rosado – 42,1%
Rio do Fogo – 41,2%
Alto do Rodrigues – 41,2%
Enquanto os índices entre adolescentes cresceram, a realidade foi diferente entre as crianças menores de cinco anos. No RN, o percentual de excesso de peso caiu de 22% em 2014 para 18% em 2024. Apesar da redução, o estado segue entre aqueles com percentuais mais elevados no país para essa faixa etária.

Hábitos alimentares

O levantamento indica que os hábitos alimentares da população jovem potiguar refletem a média nacional. Oito em cada dez adolescentes consomem alimentos ultraprocessados. O consumo de bebidas adoçadas chega a 64%, e 61% fazem refeições em frente à televisão, computador ou celular.

Mesmo com a presença desses padrões, a base da alimentação tradicional permanece: 82% dos adolescentes consomem feijão, 74% frutas e 70% verduras ou legumes.

A pesquisa também aponta que a desnutrição entre adolescentes potiguares permanece em 4% desde 2014. Entre crianças de até 5 anos, a taxa caiu de 7% para 5% no mesmo período.

g1-RN

Comissão da Câmara de Natal rejeita título de cidadania natalense para Pabllo Vittar

Foto: Felipe Souto Maior/AgNews

A Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final da Câmara Municipal de Natal emitiu parecer contrário ao Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 32/2025, que concedia o título de cidadania natalense para Pabllo Vittar. A proposição foi apresentada pela vereadora Thabatta Pimenta.

A relatoria do projeto ficou com a vereadora Brisa Bracchi (PT), que defendeu a concessão da honraria. Segundo ela, a artista é “símbolo de resistência LBGT” e tem “papel significativo para juventude que passa por descobertas e contra o bullying”.

O presidente da Comissão, vereador Aldo Clemente (PSDB), divergiu da relatora. “Sou muito criterioso em voto de título de cidadão natalense (…) não tenho nada contra a pessoa, o artista. Mas não encontro atributos que justifique conceder a honraria”, disse.

A posição dele foi acompanhada pelos vereadores Tony Henrique (PL) e Fúlvio Saulo (SDD), que também votaram contra o projeto.

Após o resultado, Brisa Bracchi questionou os “critérios” usados para a concessão de títulos de cidadania. Os vereadores contrários responderam que são “criteriosos” na análise da honraria.

Agora RN