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“Meu chão caiu”, diz pai de bebê que teve embalagem de bolo utilizada como máscara de oxigênio

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Gabriel Felipe da Silva, um bebê de apenas 3 meses, teve uma embalagem para bolo utilizada como máscara de oxigênio, no Hospital Municipal Aluízio Bezerra, localizado no município de Santa Cruz, na região Agreste do Rio Grande do Norte. O bebê deu entrada na unidade de saúde no sábado (8) com quadro de desconforto respiratório grave, além disso, apresentava sintomas de congestão nasal, febre, rinorreia, vômitos e diarreia. Na tarde desta terça-feira (11), o Hospital Infantil Varela Santiago, em Natal, informou que o bebê foi admitido pela equipe da UTI e está estabilizando.
O pai de Gabriel Felipe, Matheus Leopoldino, conversou com exclusividade com o TÁ NA HORA RN, da TV Ponta Negra, e explicou que o bebê recebeu atendimento por volta das 20h da noite do sábado, e encaminhado para a “sala vermelha”, que atende os serviços de emergência. “Quando a médica percebeu que ele estava piorando e que o oxigênio não estava servindo, ela adaptou, como todo mundo viu, uma tampa de embalagem de bolo. Então para mim, ali, quando eu vi, o meu chão caiu. Sinceramente, eu estava tentando ser forte pela minha esposa que já estava há dias sem dormir”, revelou pai.

“Não entendia porque aquilo estava acontecendo com o meu filho. Os hospitais negando ele”, lamentou Matheus Leopoldino.

Aliviado, Matheus agradeceu ao Hospital Infantil Varela Santiago por ter recebido Gabriel Felipe na unidade. “Eu sei que ali tem profissionais qualificados para cuidar dele. Sei que ali está bem cuidado”, afirmou

Ainda segundo o pai, Gabriel enfrenta vários problemas de saúde e necessita da utilização de uma bolsa de colonoscopia, tem hidrocefalia e alergia a proteína do leite. O leite para alimentar o pequeno Gabriel custa em torno de R$310 e a família necessita de ajuda, uma vez que apenas o pai mantém a casa financeiramente.

Você pode contribuir ajudando a família através do PIX: [email protected]

Confira as últimas notícias e atualizações do Rio Grande do Norte no Blog Alex de Olho nas Notícias. Com sede em Carnaubais, Alex traz para você o melhor das notícias locais desde 2018. Nosso compromisso é com o jornalismo verdadeiro, ético e responsável. Além disso, nosso portal é interativo, dando voz aos leitores.”

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Governo suspeita de irregularidades em metade dos pedidos de Auxílio Reconstrução no Rio Grande do Sul

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O Jornal Nacional da TV Globo, teve acesso, com exclusividade, ao relatório do governo federal sobre os pedidos de Auxílio Reconstrução depois das enchentes no Rio Grande do Sul. Mais de 300 mil solicitações estão sendo investigadas por suspeita de irregularidade.

Dos mais de 600 mil pedidos de benefício, quase a metade caiu na malha fina. O relatório indica também que 150 mil pessoas não moram em áreas que alagaram; 152 mil não tiveram endereço confirmado e 2,7 mil solicitaram o auxílio em mais de uma cidade. Os casos suspeitos estão em análise e ainda não tiveram o pagamento liberado. De acordo com o governo, um mesmo cadastro pode ter mais de um tipo de irregularidade ou inconsistência de dados.

“Se esta pessoa tentou cadastrar duas ou três famílias do mesmo endereço, ela não vai conseguir. Primeiro, porque nós temos o dado do Censo. Ele é bem atual, que mostra que naquele endereço tem uma residência. Segundo: nós temos a conta de luz, nós temos a conta d’água, nós temos o cartão do SUS, nós temos o CadÚnico, nós temos os dados da Receita Federal. Se a pessoa não comprovar, através de um documento público, que aquele endereço é o endereço onde ela efetivamente reside, ela não recebe”, afirma Paulo Pimenta, ministro da Secretaria de Apoio à Reconstrução do RS.

O Auxílio Reconstrução, no valor de R$ 5,1 mil, é pago pelo governo federal para as famílias afetadas pelas enchentes de maio no Rio Grande do Sul. O relatório do Ministério da Reconstrução revela também que golpistas usaram os nomes de mais de 1,2 mil pessoas mortas para pedir o benefício.

Fonte: G1

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Vaqueiro que morreu na disputa da vaquejada de Currais Novos será sepultado em Parnamirim

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Morreu nesta quinta-feira (11) o vaqueiro Hélio Pignataro Neto, conhecido como “Hélio Show”, aos 44 anos, que disputava o X1 na Vaquejada no Parque Sílvio Bezerra de Melo, em Currais Novos. Ele teve um ataque cardíaco, mas não resistiu. A notícia foi confirmada pela organização do evento.

Amigos dizem que “Hélio Show” partiu fazendo o que mais amava. Ele tinha acabado de derrubar o boi na faixa na disputa contra Dinarte Filho, seu adversário da noite.

Assim que conseguiu “botar o boi”, passou mal.

Amigos o socorreram ainda na pista e na transmissão ao vivo é possível perceber o locutor pedindo que o atendimento se aproximasse.

O vaqueiro chegou a ser levado para o Hospital Regional Mariano Coelho, mas não resistiu. O evento foi prontamente interrompido nesta quinta-feira após o ocorrido.

O velório terá início às 10h, no Cemitério Morada da Paz, em Emaús. O sepultamento será no mesmo local, às 18h. Hélio Show deixa esposa e quatro filhos. Uma grande tristeza.

Com informações de Anthony Medeiros / Foto: Reprodução

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Indústria potiguar cresce 24,4% no 1º quadrimestre

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No primeiro quadrimestre do ano, a indústria nacional registrou avanço médio de 3,5% nos 18 estados pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – a única exceção foi o Pará com desempenho de -1,7%. Na área de atuação do Banco do Nordeste, com disponibilidade de dados para sete estados, o destaque ficou com o Rio Grande do Norte, que cresceu 24,4%. Ceará (7,6%) e Espírito Santo (6,2%) vêm na sequência.

A indústria potiguar garante, assim, a liderança nacional no acumulado do ano, posição que vem mantendo de forma ininterrupta há dez meses, desde julho de 2023. O desempenho no quadrimestre foi puxado pela alta de 74,3% na produção de derivados do petróleo e biocombustíveis, em especial óleo diesel e gasolina automotiva, e ainda pelo crescimento de 23,2% do setor de confecção e vestuário.

Os dados, compilados pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), do Banco do Nordeste, e divulgados no Informe Macroeconômico nº 143, só não são melhores para o estado potiguar pela retração de -69,9% na indústria extrativista – óleos brutos de petróleo, sal e gás natural – e, na indústria alimentícia, de -12,9%.

“A performance positiva da indústria do Rio Grande do Norte decorre em razão da combinação de uma série de fatores, como a atividade econômica em aceleração, sobretudo na indústria de transformação, estimulada pela expansão da demanda, por meio do consumo das famílias”, explica o gerente executivo do Etene, Allisson Martins. As informações são do Agora RN.

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