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Menina de 12 anos tenta tirar a própria vida em escola e revela abuso sofrido por tio durante festa de família
Ilustrativa / Jander Robson / Acritica.com
Um caso doloroso e que serve de alerta máximo para pais, educadores e autoridades de segurança foi registrado no município de Rio Verde de Mato Grosso (MS). Um homem de 36 anos está sendo investigado sob a suspeita de ter abusado sexualmente da própria sobrinha. O crime ocorreu há três anos, em uma fazenda da região, na época em que a vítima tinha apenas 9 anos de idade.
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A gravidade da situação veio à tona após um momento de extrema crise psicológica da menor dentro do ambiente escolar, o que mobilizou equipes de saúde, a coordenação pedagógica e o Conselho Tutelar.
Pedido de Socorro em Ambiente Escolar Mobiliza Redes de Apoio
De acordo com as informações registradas no boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada para comparecer à unidade hospitalar local, para onde a estudante de 12 anos havia sido levada às pressas. A jovem havia atentado contra a própria integridade física dentro da escola onde estuda, apresentando arranhões e marcas de automutilação nos braços.
No hospital, ao receber o acolhimento de uma médica plantonista e de conselheiros tutelares, a menina conseguiu romper o silêncio e desabafou sobre o trauma que carregava em segredo.
Ela narrou que, durante uma reunião familiar em uma propriedade rural há três anos, o tio se aproveitou de um momento de distração dos demais parentes para cometer o ato libidinoso, tocando suas partes íntimas sem o seu consentimento.
Escola Oficializou Denúncia Após Relato de Aluna
Ainda em suas declarações, a jovem explicou que os episódios de abuso não voltaram a se repetir, mas o impacto psicológico do trauma continuou afetando profundamente o seu desenvolvimento. Há cerca de um mês, ela já havia dado os primeiros sinais de desabafo ao relatar o ocorrido para a coordenação da escola, que agiu prontamente oficializando a denúncia junto ao Conselho Tutelar da comarca.
O caso foi formalmente registrado pelas autoridades policiais como estupro de vulnerável. Diante dos fatos, a Polícia Civil instaurou um inquérito para dar andamento às investigações, realizar as oitivas necessárias e localizar o suspeito, que não foi encontrado no momento do registro da ocorrência. A menor segue recebendo acompanhamento psicológico e médico especializado.
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