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Potiguares têm prejuízos milionários e abalos mentais com jogo do ‘Tigrinho’

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Tudo começou de maneira despretensiosa após um amigo chamar para “ganhar dinheiro”. Em poucos cliques, um motoboy potiguar de 40 anos logo injetou R$ 100 na plataforma “Fortune Tiger”, o popular jogo do ‘Tigrinho’. No começo, os ganhos aconteceram, chegando a R$ 15 mil, mas logo escorreram pelos dedos em pouco tempo, forçando a criação de uma dívida que hoje chega a R$ 60 mil em tentativas frustradas de recuperar o dinheiro.

Esse é mais um de milhares de casos de potiguares que estão tendo prejuízos milionários com o jogo do ‘Tigrinho’, que tem bombardeado as redes sociais com propagandas e uso de influencers para entrar no cassino online. Há casos de potiguares que perderam mais de R$ 100 mil com esses jogos. Há relatos também de prejuízos mentais, sociais e em alguns casos, suicídios. No Estado, uma influenciadora foi alvo de uma operação da Polícia Civil suspeita de participar de um esquema de pirâmide financeira envolvendo o ‘Tigrinho’.

O motoboy ouvido pela reportagem da TN terá seu nome preservado, mas disse que está “trabalhando de dia e de noite” para pagar os empréstimos feitos em bancos para pagar a dívida.

“Nem conhecia esse jogo. Me inscrevi e depositei R$ 100. Fiquei jogando e juntei R$ 15 mil. Nisso, em vez de ter parado, continuei jogando. Perdi o dinheiro e me desesperei, fiz empréstimos para recuperar e só foi aumentando o prejuízo. No total perdi R$ 62 mil. De lá para cá parei de jogar e estou trabalhando de dia e de noite para pagar e graças a Deus estou conseguindo sair”, disse. Ele disse que tem tentado conscientizar amigos sobre os perigos do vício no jogo. “Aviso a todos para não entrar e digo que é uma furada”, cita.

Um outro potiguar, de 28 anos, chegou a apostar cerca de R$ 200 no ‘Tigrinho’, mas ao ver que se tratava de cassino de difícil obtenção de lucros, abandonou de vez o jogo. “Você entra querendo multiplicar seus ganhos. Tive um prejuízo pequeno comparado a outras pessoas, mas fiquei me sentindo muito mal em jogar esse dinheiro fora. Por isso resolvi parar antes que fosse tarde”, alertou.

Nas redes sociais, são vários os relatos de pessoas que perderam recursos volumosos jogando na plataforma e só conseguem parar após terem prejuízos milionários. Além disso, a vergonha e o adoecimento mental tem sido recorrentes nos usuários, abalados com as perdas financeiras. O que tem chamado a atenção também são operações da Polícia Civil, em vários estados do Brasil, visando prender influenciadores nas redes sociais que indicam o jogo e mostram ganhos irreais na plataforma.

No Rio Grande do Norte, uma influenciadora de 35 anos está sendo investigada pela Polícia Civil e teve celulares e carros de luxo apreendidos numa operação há três semanas. Além disso, o juízo determinou a penhora online de valores depositados nas contas bancárias da influenciadora, após uma análise minuciosa revelar uma movimentação financeira suspeita de grandes somas de dinheiro, sem uma origem claramente definida.

Segundo o advogado Pedro Petta, o jogo do ‘Tigrinho’ pode ser classificado como “jogo de azar”, uma vez que o usuário depende exclusivamente da sorte para vencer. Há casos, inclusive, de pessoas que chegam a acumular recursos nas plataformas e sendo bloqueados logo em seguida, impossibilitando o saque dos ganhos.

“Esse jogo pode ser considerado uma contravenção penal, sendo jogo de azar. Não dá para comparar com as bets de traders esportivos. Essa plataforma divulga falsas vitórias e falsas promessas de retorno financeiro, quando na verdade sabemos que o jogo sempre vai ganhar mais quem está de fato apostando. Isso é que consideramos jogo de azar”, explica o advogado Pedro Petta, presidente da Comissão de Relações do Consumo da OAB-RN.

Psicólogo alerta para riscos do vício em jogo

Apesar de o jogo do ‘Tigrinho’ já estar associado a prejuízos financeiros e estar na mídia de maneira negativa desde o ano passado, com operações da Polícia Civil em vários estados, por quais razões as pessoas ainda insistem em entrar nas plataformas para jogar e tentar arriscar a sorte?

O membro do Conselho Regional de Psicologia do RN (CRP-RN), Rômulo Raulino Santos, psicólogo e especialista em Terapia Cognitivo Comportamental, tem uma explicação. Ele cita que muitos fatores podem contribuir para esta situação, tais como sofrimento psicossocial, ausência de rede de apoio, ocorrência de patologias associadas à compulsão e/ou impulso e até mesmo a sobrecarga de estimulação em mídias digitais retratando o jogo como possibilidade de mudança de vida.

“É muito frequente observar nesses jogos de azar o uso de uma narrativa propagandística que estimula nas pessoas um sentimento de FOMO, ou “Fear of Missing Out” (medo de ficar de fora), que é um fenômeno psicológico cada vez mais prevalente em nossa sociedade conectada. Esse conceito se refere à ansiedade que as pessoas sentem ao imaginarem que outras estão tendo experiências gratificantes das quais elas não estão participando. O FOMO pode ser entendido como uma distorção cognitiva, onde os indivíduos tendem a superestimar os aspectos positivos das experiências alheias e subestimar os próprios”, analista.

Este sentimento mencionado pelo psicólogo é justamente o que tem bombardeado as redes sociais nos últimos meses, com influencers divulgando o jogo do ‘Tigrinho’ com expectativas de altos ganhos. Em alguns casos, é mostrado ganhos irreais. A Polícia Civil descobriu que os influenciadores utilizam contas viciadas e programadas pela plataforma para gravar os vídeos fakes.

“Quando alguém está vulnerável e acaba por entrar nas plataformas para apostar, cria-se uma expectativa de ganho rápido e fácil, que dificilmente se realiza (não é possível que todos ganhem). Quando prejuízos vão acontecendo, essa expectativa é rompida, e isso pode gerar mais sentimentos negativos e pensamentos distorcidos, o que agrava o sofrimento”, acrescenta o psicólogo Rômulo Raulino Santos.

Operações em 10 estados

Operações da Polícia Civil e Polícia Federal já foram registradas em pelo menos oito estados brasileiros contra influenciadores que divulgam o jogo. A suspeita nas investigações é de que os influencers são contratados para aliciar novos jogadores e ganham a medida que mais usuários se cadastram por meio dos seus links, num suposto esquema de pirâmide financeira. Além disso, os influencers podem ser denunciados pela divulgação de jogos de azar em vários crimes, desde estelionato, crime contra as relações de consumo e contra o consumidor, propaganda enganosa, crime contra a economia popular, sonegação fiscal.

Em maio, a Polícia Civil de Minas Gerais prendeu um casal de influencers suspeitos de promover o jogo de azar digital. Com viagens para vários países e carros caros, os dois levavam uma vida luxosa e tinham mais de R$ 30 milhões em bens, como imóveis. Eles chegaram a fugir da polícia para o Espírito Santo, onde foram presos.
No Paraná, três pessoas foram presas em dezembro do ano passado suspeito de ter movimentado R$ 12 milhões em 6 meses.

O Jogo

O ‘Fortune Tiger’, conhecido popularmente como jogo do ‘Tigrinho’ é um jogo de apostas e cassino online caracterizado como jogo de azar, desenvolvido pela empresa maltesa PG Soft.

Na prática, o jogo funciona como uma espécie de caça níquel, em que o jogador precisa fazer a combinação de três figuras iguais em três fileiras para ganhar um prêmio em dinheiro. Em determinado momento, o jogo do ‘Tigrinho’ oferece um multiplicador de 10 vezes o valor da aposta em uma rodada bônus ativada de forma aleatória.

Na teoria, os símbolos que aparecem na tela supostamente também são determinantes para o pagamento. Laranja, Foguetes e Envelopes garantem valores baixos. Já Saco de Moedas, Amuleto da Sorte e Lingote de Ouro são os símbolos de pagamentos mais elevados.

Tribuna do Norte

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Mulher nocauteia homem que tentou tirar foto por baixo de sua saia. Veja vídeo

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Um vídeo de segurança capturou o momento exato em que uma mulher nocauteia um homem que tentou tirar foto de suas partes íntimas. As imagens mostram a jovem, vestindo um short-saia, conversando ao telefone quando um homem, usando chapéu branco e óculos escuros, tenta fotografá-la por baixo da roupa.
Ao perceber a tentativa, a mulher reagiu de forma imediata e eficaz. Com um rápido giro, ela atingiu o rosto do homem com a mão livre, fazendo com que ele perdesse o equilíbrio e se apoiasse em uma grade próxima. Após o golpe, a mulher saiu correndo em direção ao final da rua, deixando o agressor desorientado.

O vídeo viralizou rapidamente nas redes sociais, gerando uma enxurrada de comentários e compartilhamentos. Muitos internautas elogiaram a reação da mulher, expressando apoio e satisfação com a atitude dela. “Tinha que ter batido mais, foi pouco”, comentou um usuário, refletindo a indignação geral com o comportamento do homem. Outro comentário popular dizia: “Assim na cara dura? Que horror, uma pena a diva não ter dado mais.”

Questionamentos sobre a Autenticidade

Embora a maioria dos comentários tenha sido de apoio à mulher, algumas pessoas questionaram a autenticidade do vídeo, sugerindo que a cena poderia ser encenada. “O que vocês acham???”, perguntou um internauta, gerando um debate sobre a veracidade das imagens. No entanto, não há evidências concretas que apontem para uma encenação.

Este incidente ressalta a importância da vigilância e da segurança em espaços públicos. As câmeras de segurança desempenharam um papel crucial ao capturar o comportamento inapropriado e a reação imediata da mulher, oferecendo uma prova visual do ocorrido. Além disso, o vídeo trouxe à tona discussões sobre a necessidade de medidas mais rígidas contra assédio e comportamentos invasivos.

A reação rápida e decidida da mulher, combinada com a viralização do vídeo nas redes sociais, destacou a importância de enfrentar comportamentos abusivos de maneira direta. Embora algumas pessoas questionem a autenticidade da cena, o impacto do vídeo serve como um poderoso lembrete da necessidade de vigilância e da coragem para enfrentar situações de assédio. Este incidente sublinha a importância de proteger os direitos e a dignidade de todos em espaços públicos, incentivando uma postura ativa contra qualquer forma de abuso.

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Homem e Amante assassinam Mãe e Filho a marretadas por dívida de R$ 10 mil.

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Brasil – Ricardo Elias Santana, de 45 anos, e sua amante, Iavelina Noemia de Oliveira, de 35, foram presos após cometerem um duplo homicídio brutal na cidade de Serra, na Grande Vitória (ES). As vítimas, Priscila dos Santos Deambrosio, de 36 anos, e seu filho Higor Gabriel Deambrosio, de apenas quatro anos, foram assassinados a marretadas no dia 15 de julho. O motivo do crime foi evitar o pagamento de uma dívida de R$ 10 mil. A confirmação veio da Polícia Civil.

Planejamento e execução do crime

O chefe da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Serra, delegado Rodrigo Sandi Mori, explicou que Ricardo e Iavelina premeditaram o assassinato. Eles usaram uma marreta para cometer o crime. “De acordo com o suspeito, foram dados oito golpes na criança e 12 marretadas na mãe”, detalhou o delegado.

Desvio de investigações e fuga

Após matar mãe e filho, Ricardo deixou um bilhete sob um copo na residência das vítimas para tentar desviar a investigação. Além disso, os criminosos roubaram celulares, joias e dinheiro. Ricardo e Iavelina, que têm um histórico de violência e já respondem por outros dois assassinatos e uma tentativa de homicídio, foram capturados no dia 19 de julho, em uma casa no mesmo bairro onde o duplo homicídio ocorreu, Nova Carapina I. A marreta usada nos crimes foi apreendida no local.

Crime bárbaro.

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Robôs sexuais com órgão de 30 cm ameaçam substituir homens nas relações íntimas.

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Nos últimos anos, a tecnologia tem avançado a passos largos, trazendo inovações que prometem transformar diversos aspectos da vida humana. Entre essas inovações, os robôs sexuais têm ganhado destaque, levantando questões sobre suas implicações nas relações íntimas e sociais.

A Ameaça à Intimidade Humana

Noel Sharkey, professor de inteligência artificial e robótica da Sheffield University, alerta que muitos adolescentes do futuro poderão perder a virgindade com robôs. Considerado uma autoridade no campo da ética da revolução robótica, Sharkey afirma que “robôs sexuais já são acessíveis e certamente serão ainda mais em dez anos”. Essa afirmação provoca reflexões sobre o que isso significa para as relações humanas tradicionais.

Avanços Tecnológicos

Os robôs sexuais, como os desenvolvidos pela Realbotix, estão se tornando cada vez mais sofisticados. Equipados com membros biônicos de 30 cm, esses robôs são projetados para serem os parceiros ideais, capazes de cozinhar, filosofar, contar piadas, recitar poemas e estar sempre prontos para atender aos desejos de seus donos. A Dra. Karley Sciortino, especialista em sexualidade, compartilhou sua experiência com um desses robôs em um vídeo no YouTube, destacando sua capacidade de manter conversas após a intimidade.

Personalização e Sensação

Matt McMillen, CEO da Realbotix, ressalta que os robôs possuem personalidades personalizáveis e que seu pênis artificial oferece uma sensação superior aos vibradores, com opções de tamanhos e cores variados. Com preços em torno de 35 mil euros na Europa, esses robôs devem chegar à América, África e Ásia em 2025, custando cerca de 40 mil dólares.

Questões Éticas e Sociais

Entretanto, o elevado custo e o potencial risco de dependência levantam preocupações sobre o impacto desses robôs nas relações humanas. A introdução de parceiros artificiais pode alterar a forma como os indivíduos se relacionam entre si, criando um novo paradigma nas interações íntimas.

À medida que a tecnologia avança, a sociedade se vê diante de um dilema: até que ponto os robôs sexuais podem ser integrados nas nossas vidas sem comprometer a essência das relações humanas? O futuro é incerto, mas uma coisa é clara: a revolução robótica está apenas começando.

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